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Estudantes soltaram a voz no 6° Festival de Música da Escola Municipal Eça de Queirós

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Oito candidatos da Escola Municipal Eça de Queirós se apresentaram no 6° Festival de Música, na noite de quarta-feira (19), evento realizado desde 2017 pela rede de ensino para descobrir e incentivar novos talentos.

A escola contou com a parceria das secretarias de Cultura e Turismo e Esporte e Lazer para organizar o festival, desde o corpo de jurados e equipamentos. O gestor Tiago Luiz Moro explica que o momento é importante e movimenta toda a escola. “O nosso festival já é histórico e mesmo com a pandemia, não paramos. Fizemos nos últimos anos de forma remota, por vídeos, e, neste ano, voltamos presencialmente. É gratificante ver a alegria das famílias e proporcionar futuras memórias aos envolvidos”, explica.

Os candidatos foram avaliados por um corpo de jurados composto por professores e as secretárias de Educação, Elaine Lovatel, e a de Cultura e Turismo, Luciana Bauer. 

“É uma maneira da escola mostrar para a sociedade todo o potencial que existe dentro da instituição e tudo que é trabalhado no seu dia a dia”, ressaltou Elaine. 

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“Sinto uma alegria tão grande ver que a escola sempre desenvolveu cultura. É uma honra contribuir para esse tipo de ação, que dá oportunidade a esses jovens. Lembrando que a Secretaria oferece oficinas culturais para desenvolver esses talentos”, enfatiza Luciana.

As estudantes Natália Oliveira Marquiti e Elisa Quintanilha Alves estavam entre as participantes. Antes do evento começar, as duas estavam ansiosas pelo momento. “Eu canto desde os meus cinco anos e todo ano participo do festival, não só para tentar ganhar, mas para não deixar de fazer o que gosto”, disse Natália.

Elisa também canta desde os cinco anos, incentivada pela mãe, e garantiu o segundo lugar no festival. “Ela me viu cantando um dia e quis investir. É o primeiro festival que eu participo e estou feliz com o resultado”, revelou.

Os vencedores da noite foram os irmãos Jeferson e Jessica Colombo da Silva, que escolheram como repertório a música “Está tudo bem”, de Kellen Bianca.

Vencedores:
1° lugar – dupla Jeferson e Jessica Colombo da Silva
2° lugar –  Elisa Quintanilha Alves
3° lugar – Sara Lorrayne Silveiro Nascimento
4° lugar – dupla Kimberlly Cecatto Presser e Nadlia Rebeca Froza

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Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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