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Vânia Rosa explica saída da disputa e afasta crise com Janaína Riva no MDB

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A vice-prefeita de Cuiabá, Coronel Vânia Rosa, afirmou que a decisão de retirar seu nome da disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso não foi provocada por qualquer desentendimento com a presidente estadual do MDB, deputada Janaína Riva, que concorre ao Senado.

Segundo Vânia, a escolha foi pessoal e ocorreu após uma avaliação sobre o cenário eleitoral e a formação da chapa do partido para as eleições deste ano.

A vice-prefeita fez questão de afastar a possibilidade de que a desistência tenha sido resultado de uma crise interna no MDB. De acordo com ela, a decisão foi tomada de maneira individual, considerando as condições apresentadas para a disputa proporcional.

A saída de Vânia ocorre em um momento de reorganização das chapas partidárias para as eleições de outubro. A definição dos candidatos à Assembleia Legislativa envolve cálculos eleitorais, composição interna e avaliação das possibilidades de cada legenda.

Mesmo fora da disputa pela Assembleia, Vânia permanece no cargo de vice-prefeita de Cuiabá e mantém atuação política no município. A decisão também evita que sua saída seja interpretada como um rompimento com Janaína Riva ou com a direção estadual do MDB.

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A manifestação busca colocar fim às especulações sobre um eventual conflito entre as duas lideranças e reforça que, segundo a própria Vânia, a desistência ocorreu por uma decisão política e pessoal relacionada à composição eleitoral.

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Fávaro tem registro de candidatura sob análise e precisa apresentar certidões criminais ao TRE-MT

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O senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição, foi intimado pela Justiça Eleitoral para complementar documentos apresentados no pedido de registro de candidatura. Entre as pendências estão certidões relacionadas a processos criminais que tramitam na Justiça Estadual.

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) estabeleceu prazo para que Fávaro apresente a documentação exigida, incluindo uma fotografia adequada e certidões criminais da Justiça Federal de segundo grau e da Justiça Estadual de segundo grau.

A exigência faz parte da análise documental do registro e, conforme a determinação judicial, a ausência dos documentos dentro do prazo pode levar ao indeferimento do pedido de candidatura.

Fávaro já apresentou a certidão solicitada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), na qual não consta registro de processo criminal em segundo grau que impeça, naquele momento, o prosseguimento do registro.

A situação é diferente em relação à Justiça Estadual. Na documentação apresentada ao TRE-MT, foram mencionados dois processos de natureza criminal, sendo um deles com trânsito em julgado. Por isso, o candidato também solicitou ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a emissão das chamadas Certidões Explicativas de Objeto e Pé.

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Esse documento é utilizado para esclarecer a origem, o conteúdo e a situação processual de uma ação quando uma certidão aponta a existência de processo. A apresentação da certidão, portanto, é necessária para que a Justiça Eleitoral possa avaliar individualmente a situação jurídica do candidato.

Até esta terça-feira (18), segundo as informações do processo, as certidões solicitadas ao TJMT ainda não haviam sido disponibilizadas.

A intimação não significa, por si só, que Fávaro esteja inelegível. O processo ainda está em fase de análise e caberá à Justiça Eleitoral verificar a documentação apresentada e as condições legais para o registro da candidatura.

A definição sobre o registro deverá ocorrer após a apresentação e análise de todos os documentos exigidos pelo TRE-MT.

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