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Max Russi homenageia profissionais que atuam no desenvolvimento e o cuidado com a população

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O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizou nesta segunda-feira (17), sessão especial de entrega de moções de aplausos a profissionais de diferentes áreas que têm contribuído diretamente para o desenvolvimento do Estado e para o cuidado com a população mato-grossense.

A solenidade reuniu autoridades, representantes de segmentos homenageados, familiares e convidados. Max Russi destacou que cada grupo presente representa um pilar essencial para o fortalecimento das políticas públicas e da qualidade de vida em Mato Grosso.

“Cada segmento homenageado aqui hoje representa um pilar fundamental para o desenvolvimento e para o cuidado com as pessoas. Voluntários, nutricionistas, contadores, advogados e servidores da assistência social são parte indispensáveis na construção de um Mato Grosso mais justo, humano e acolhedor”, afirmou.

Entre os homenageados, receberam destaque os voluntários do programa social “Doar é um Ato de Amor”, iniciativa que deu origem aos mutirões sociais e ao Gabinete Social. Max Russi ressaltou a importância da atuação desses voluntários, que levam serviços essenciais a regiões onde o poder público tem mais dificuldade de chegar.

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“Vocês levam muito mais que serviços, levam dignidade, cidadania, informação e cuidado humano. Cada atendimento, cada orientação e cada gesto de escuta representa transformação real na vida das pessoas. O Parlamento aplaude vocês não apenas pelo que fazem, mas pelo modo como fazem: com dedicação, sensibilidade e amor ao próximo”, afirmou o presidente da ALMT.

Os nutricionistas também foram reconhecidos por sua atuação estratégica na promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida em diferentes fases do desenvolvimento humano.

Max Russi destacou a importância dos profissionais em escolas, hospitais, unidades de saúde, empresas, programas sociais e no esporte. A solenidade também prestou homenagem aos contadores, advogados e representante da Assistência Social do município de Tesouro.

O diretor da Escola Adventista, Alfredo Joaquim, agradeceu a homenagem destacou o trabalho da instituição que há mais de 70 anos exerce a função educacional de forma silenciosa com prestação de serviço social na comunidade.

“Estamos ensinando nossos alunos de 12 a 17 anos, a criar liderança e o trabalho em equipe. Somente na época da pandemia arrecadamos 28 toneladas de alimentos a fim de minimizar as necessidades de pessoas carentes”, explicou.

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Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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