Polícia

Líder de entidade rural é preso pela PF em investigação sobre descontos ilegais no INSS

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O presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Lopes, foi preso pela Polícia Federal nesta quarta-feira (12), em Brasília. Ele é investigado na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Lopes estava foragido desde novembro de 2025 e se apresentou à Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. Após os procedimentos legais, ele deverá ser encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça.

De acordo com as investigações, a Conafer é suspeita de utilizar filiações falsas para realizar cobranças em benefícios previdenciários sem autorização dos aposentados e pensionistas. A operação apura a atuação de entidades que teriam participado do esquema e movimentado recursos provenientes dos descontos.

O caso também já havia colocado Lopes no centro das investigações da CPMI do INSS. Em setembro, ele chegou a ser preso pela Polícia Legislativa do Senado após prestar depoimento à comissão sob acusação de falso testemunho. Na ocasião, foi liberado horas depois.

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A Operação Sem Desconto investiga uma série de cobranças consideradas indevidas em benefícios do INSS e busca identificar responsáveis pela autorização, execução e eventual distribuição dos valores.

Até a publicação desta matéria, a defesa de Carlos Lopes não havia se manifestado sobre a prisão. As acusações ainda são objeto de investigação e eventual responsabilidade criminal deverá ser definida pela Justiça.

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Investigado por morte após espancamento é preso preventivamente em Alto Garças

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Vítima sofreu traumatismo cranioencefálico após ser agredida durante um desentendimento

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta sexta-feira (5.9), em Alto Garças, um homem de 26 anos investigado pela morte de um homem de 48 anos, ocorrida no início de agosto deste ano. A prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Alto Garças depois que o Hospital Municipal comunicou o falecimento da vítima, que havia sido encaminhada à unidade de saúde com uma lesão na cabeça. Inicialmente, o caso foi registrado como morte a esclarecer.

Durante as diligências, a equipe policial ouviu familiares, vizinhos, profissionais de saúde e outras pessoas que mantinham contato com a vítima e com o investigado. Também foram requisitados documentos médicos e exames periciais para esclarecer as circunstâncias da morte.

Conforme apurado, um dos depoimentos indicou que o investigado teria relatado ter agredido a vítima com socos na região da cabeça e chutes, após um desentendimento.

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O laudo necroscópico apontou que a vítima sofreu grave lesão na cabeça, com fratura e hematoma, e concluiu que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico compatível com agressão física.

Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado. A ordem judicial foi expedida pela Vara Única da Comarca de Alto Garças e cumprida nesta sexta-feira.

O homem foi localizado e preso, permanecendo à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para conclusão das diligências e esclarecimento da dinâmica e das circunstâncias da morte.

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