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Disputa ao Senado tem Mauro Mendes com 20%, Janaina com 18,9% e 22,1% de indecisos

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A corrida por duas vagas ao Senado por Mato Grosso ainda apresenta um cenário aberto, com os principais nomes concentrando as maiores intenções de voto, mas com uma parcela expressiva do eleitorado sem candidato definido. É o que mostra o levantamento da PercentBrasil, no cenário estimulado que considera a soma e a média da primeira e da segunda opção de voto.

O ex-governador Mauro Mendes, do União Brasil, aparece na primeira colocação, com 20% das intenções. Na sequência está a deputada estadual Janaina Riva, do MDB, com 18,9%. A diferença entre os dois é de 1,1 ponto percentual, indicando uma disputa concentrada na parte superior da tabela.

José Medeiros, do PL, aparece com 9,3%, seguido pelo ministro Carlos Fávaro, do PSD, com 9,1%. O ex-governador Pedro Taques, do PSB, registra 7,3%.

Na sequência aparecem Antonio Galvan, do Avante, com 3%, Professor Nelson Ferreira, do AGIR 36, com 1,2%, Coronel Darwin, do Democrata, com 1,1%, Margareth Buzetti, do PP, com 0,9%, e Beny Godoy, também do AGIR 36, com 0,4%.

O levantamento chama atenção especialmente pela presença de dois nomes do AGIR 36 no cenário. Professor Nelson Ferreira aparece à frente de Beny Godoy, mas ambos colocam a legenda na disputa e ampliam a representação de uma corrente política que busca se consolidar no campo da direita em Mato Grosso.

O AGIR 36 tem procurado se apresentar como uma legenda alinhada à chamada “verdadeira direita”, defendendo uma atuação política mais identificada com pautas conservadoras, liberdade econômica, empreendedorismo, combate à corrupção e redução do tamanho do Estado. A presença de dois candidatos ao Senado permite ao partido disputar espaço dentro de um eleitorado que também é cobiçado por siglas maiores.

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Indecisão ainda domina o eleitorado

Apesar da liderança dos principais candidatos, o dado que mais chama atenção na pesquisa é o tamanho do eleitorado que ainda não definiu sua escolha.

22,1% aparecem como NS/Indeciso, enquanto 4,7% declararam voto nulo ou branco e outros 2% não responderam. Somados, esses grupos representam 28,8% do eleitorado no cenário apresentado.

Na prática, quase três em cada dez entrevistados ainda não estão posicionados de maneira definitiva entre os nomes apresentados. Esse contingente pode ser decisivo para a definição das duas cadeiras que estarão em disputa.

O resultado também mostra que existe uma distância considerável entre os candidatos que lideram e aqueles que ainda buscam ampliar sua presença eleitoral. Mauro Mendes e Janaina Riva, juntos, somam 38,9%, enquanto José Medeiros, Carlos Fávaro e Pedro Taques aparecem em um segundo bloco, todos acima dos 7%.

Já os demais candidatos precisam transformar conhecimento, exposição e estrutura de campanha em crescimento efetivo nas intenções de voto.

Nelson Ferreira e frente de Beny Godoy, ambos do AGIR 36

AGIR busca espaço em uma disputa dominada por nomes conhecidos

A presença de Nelson Ferreira e Beny Godoy ganha importância justamente por ocorrer em um cenário de elevada fragmentação entre os candidatos que aparecem abaixo dos líderes.

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Nelson registra 1,2%, enquanto Beny aparece com 0,4%. Embora os números ainda sejam modestos, o resultado coloca os dois nomes do AGIR 36 no radar da disputa e mostra que a legenda conseguiu inserir seus candidatos em um levantamento que reúne nomes com trajetória política e exposição eleitoral significativamente maiores.

Para o partido, o desafio passa agora por ampliar o conhecimento dos candidatos junto ao eleitorado e transformar a identidade ideológica da legenda em votos. Em uma eleição com duas vagas e quase 29% dos entrevistados ainda sem definição, existe um eleitorado considerável que poderá alterar o desenho da disputa ao longo da campanha.

A pesquisa, portanto, não deve ser interpretada como previsão de resultado, mas como uma fotografia do momento eleitoral. O levantamento mostra Mauro Mendes na liderança, Janaina Riva próxima, um segundo grupo formado por Medeiros, Fávaro e Taques e uma grande faixa de eleitores ainda disponível para ser conquistada.

Nesse cenário, a presença de dois candidatos do AGIR 36, partido que reivindica para si o posicionamento de verdadeira direita, representa uma tentativa da legenda de ocupar um espaço próprio na eleição para o Senado e disputar o voto conservador com candidaturas de partidos mais tradicionais.

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Nelson Ferreira e Beny Godoy aparecem no radar do eleitor na corrida ao Senado por MT pelo AGIR 36

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Em uma disputa pelo Senado ainda marcada por alto índice de eleitores sem decisão definida, o AGIR 36 tenta construir um espaço próprio no campo da direita em Mato Grosso. A legenda lançou dois candidatos ao Senado, Professor Nelson Ferreira e Beny Godoy, e vem se apresentando como uma alternativa aos grupos políticos tradicionais.

No levantamento da PercentBrasil apresentado no gráfico, que considera a média entre a primeira e a segunda opção de voto, Nelson Ferreira aparece com 1,2%, enquanto Beny Godoy registra 0,4%. Os dois nomes somam 1,6% das intenções nesse recorte da pesquisa.

O resultado coloca Nelson à frente de Beny dentro da chapa do AGIR 36 e mostra que a legenda já possui dois nomes identificados pelo eleitorado na corrida por uma das duas cadeiras que Mato Grosso escolherá para o Senado em 2026.

A estratégia do partido é ocupar um espaço que considera ainda aberto no eleitorado mato-grossense. Em sua movimentação para as eleições, o AGIR reforçou uma identidade voltada ao eleitorado de direita e apostou em candidaturas próprias, incluindo Nelson Ferreira e Beny Godoy para o Senado e o sargento Laudicério Machado para o Governo do Estado.

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A presença de dois candidatos da mesma legenda também diferencia o AGIR de partidos que concentraram sua estratégia em apenas um nome para o Senado. A escolha foi formalizada na convenção estadual realizada em Cuiabá, quando o partido também apresentou candidaturas proporcionais e definiu sua chapa majoritária.

No cenário apresentado pelo levantamento, a liderança é de Mauro Mendes, com 20%, seguido por Janaina Riva, com 18,9%. José Medeiros aparece com 9,3%, Carlos Fávaro com 9,1% e Pedro Taques com 7,3%. Entre os demais candidatos, Antônio Galvan tem 3%, Nelson Ferreira 1,2%, Coronel Darwin 1,1%, Margareth Buzetti 0,9% e Beny Godoy 0,4%.

Mais importante do que os percentuais dos candidatos que aparecem na parte superior da tabela é o tamanho do eleitorado que ainda não escolheu um nome. O próprio gráfico registra 22,1% de eleitores que não souberam ou não responderam e outros 4,7% que declararam voto nulo ou branco. É nesse espaço de indefinição que candidaturas com menor percentual podem tentar crescer durante a campanha.

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Para o AGIR 36, a presença de Nelson Ferreira e Beny Godoy representa também uma tentativa de consolidar a legenda como uma opção própria dentro da direita mato-grossense, sem depender exclusivamente dos nomes mais conhecidos da política estadual.

A disputa, porém, ainda está aberta. O levantamento retrata o momento em que a pesquisa foi realizada e não representa uma previsão do resultado eleitoral. Com dois nomes no páreo, o desafio do AGIR será transformar a presença registrada na pesquisa em reconhecimento, intenção de voto e competitividade ao longo da campanha.

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