Política MT

Composição de Pivetta sofre mudança após Fábio Garcia desistir da vice

Publicado em

O deputado federal Fábio Garcia (União) decidiu não disputar mais a vaga de vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) para as eleições de 2026. A mudança reorganiza a composição do grupo e abre espaço para que Pivetta escolha um novo nome para ocupar a posição.

A decisão foi tomada após uma reunião entre Pivetta e o governador Mauro Mendes (União), em um movimento que altera a estratégia eleitoral do grupo para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Com a saída de Garcia, pelo menos três nomes aparecem entre os cotados para a vaga de vice. A lista inclui a deputada federal Gisela Simona (União), a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Pode), e o ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo.

Garcia, por sua vez, deverá concentrar sua atuação política na tentativa de permanecer na Câmara dos Deputados. A mudança representa uma alteração importante no projeto eleitoral do parlamentar, que deixa de integrar a chapa majoritária para voltar os esforços à disputa proporcional.

A decisão também ocorre em meio às repercussões da Operação Heritage, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas relacionadas a um acordo de R$ 308 milhões envolvendo o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Leia Também:  Wilson Santos participa do lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar

O inquérito cita o governador Mauro Mendes, Fábio Garcia e Mauro Carvalho. A investigação, contudo, não deve ser confundida com a decisão eleitoral de Garcia, já que não foi apresentada, nas informações divulgadas, uma relação direta entre a operação e a desistência da candidatura a vice.

Com a saída de Fábio Garcia, a escolha do novo vice passa a ser uma das principais decisões na montagem da chapa de Pivetta. O nome escolhido poderá ajudar a definir a composição política e regional do grupo para a disputa de 2026.

Enquanto Pivetta avalia as alternativas, Garcia volta o foco para Brasília e para a manutenção do mandato de dep

Advertisement

Política MT

Júlio Campos detona campanha de Wellington e diz que desorganização pode entregar eleição

Published

on

 

Uma crítica pública feita pelo deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) expôs insatisfação com a estrutura da campanha do senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. Integrante da coordenação da candidatura, Júlio classificou a situação como uma “pobreza de lascar” e afirmou que a falta de organização pode comprometer o desempenho do candidato.

A declaração foi publicada em um comentário nas redes sociais. Segundo o deputado, o comitê de Wellington ainda não teria conseguido estruturar adequadamente a campanha e estaria sem material básico para distribuição aos eleitores.

“Até hoje o comitê de Wellington 22 não organizou a campanha, e não tem material. A pobreza está de lascar. Está entregando a vitória por falta de organização, está vergonhoso. Acorda, WF!”, escreveu Júlio.

A manifestação chama atenção porque parte de um aliado que atualmente participa da coordenação da própria campanha de Wellington.

Crítica vem após repasse de quase R$ 5 milhões

A cobrança também ocorre poucos dias depois de o Partido Liberal transferir quase R$ 5 milhões para a candidatura de Wellington Fagundes.

Leia Também:  Wilson Santos quer impedir obstrução de informações de órgãos públicos fiscalizados pela ALMT

O volume de recursos torna ainda mais contundente a reclamação sobre a falta de material e estrutura apontada pelo deputado. Para Júlio, o problema não estaria necessariamente na ausência de recursos, mas na organização e na capacidade de transformar a estrutura disponível em uma campanha efetiva nas ruas.

Júlio rompeu com grupo do próprio partido

A presença de Júlio Campos na coordenação de Wellington ocorre depois de uma mudança no cenário político dentro do União Brasil.

O deputado deixou de apoiar a candidatura de seu próprio partido após seu irmão, o senador Jayme Campos, ser derrotado nas convenções partidárias.

A escolha aproximou Júlio do projeto de Wellington e fez com que ele passasse a integrar a articulação da campanha do candidato do PL.

A cobrança pública, portanto, expõe uma situação incomum: um integrante da própria coordenação eleitoral apontando falhas na condução da campanha e cobrando uma reação imediata.

A frase “Acorda, WF!” resume o tom do recado. Para Júlio, mais do que uma questão administrativa, a falta de organização pode ter consequência diretamente eleitoral.

Leia Também:  CST recebe pesquisadoras de saúde mental da UFMT

Em uma disputa pelo Governo do Estado, em que estrutura de rua, material de campanha, comunicação e presença nos municípios pesam na construção de votos, a crítica coloca em

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA