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ALMT tem representação em colegiado nacional da Unale

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) passa a integrar, de forma ativa, o novo Colegiado de Diretores e Diretoras Financeiros e Orçamentários das Assembleias Legislativas e da CLDF, instituído pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). A instalação do colegiado ocorreu na última quinta-feira (30), na sede da entidade, em Brasília, e contou com a participação de gestores financeiros e orçamentários de diversos parlamentos estaduais.

Durante o encontro, a secretária de planejamento, orçamento e finanças da ALMT, Hemile Oliveira Melo, foi eleita coordenadora-adjunta do colegiado, ao lado da coordenação-geral. A eleição reconhece o trabalho técnico e a contribuição da Assembleia de Mato Grosso para o fortalecimento da gestão pública legislativa. Também representaram a ALMT na reunião a consultora parlamentar da mesa diretora Janaína Polla e o Secretário Parlamentar da Mesa Diretora Eduardo Lustosa.

Hemile recebeu a escolha com gratidão e senso de compromisso. “Ser eleita pelos colegas diretores financeiros das Assembleias Legislativas demonstra confiança no trabalho que temos desenvolvido e reforça o compromisso de contribuir de forma colaborativa para o fortalecimento das finanças dos parlamentos estaduais”, afirmou.

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A diretora destacou que a indicação foi uma grata surpresa e reflete o esforço coletivo da equipe financeira da Casa. “A eleição é resultado de uma gestão comprometida com transparência, eficiência e inovação”, ressaltou.

Na nova função, Hemile atuará na organização das atividades do colegiado e na articulação entre as diretorias financeiras e orçamentárias dos estados. “O colegiado é um espaço estratégico para discutir desafios comuns e encontrar soluções conjuntas. Essa troca de experiências permite que cada estado aprimore seus processos e fortaleça a sustentabilidade financeira das instituições legislativas”, explicou.

Foto: Divulgação/Unale

Para ela, o cargo representa não apenas uma conquista pessoal, mas um reconhecimento institucional. “É o resultado do trabalho sério e comprometido da equipe financeira da Casa e uma oportunidade de projetar a ALMT em um cenário nacional”, pontuou.

Hemile destacou ainda a importância de Mato Grosso ter voz ativa em debates sobre gestão pública. “Nosso estado tem se destacado por iniciativas de eficiência e inovação. Participar desse espaço é importante para compartilhar experiências e contribuir com a construção de políticas que fortalecem o Legislativo em todo o país”, completou.

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A diretora financeira Janaína Polla ressaltou o simbolismo da eleição. “A escolha da Hemile representa mais do que um reconhecimento técnico: simboliza o protagonismo da ALMT no cenário nacional e a força da mulher nos espaços de gestão pública e financeira. Sua atuação tem sido marcada pelo equilíbrio entre técnica, inovação e compromisso institucional, consolidando Mato Grosso como referência em planejamento e responsabilidade fiscal”, afirmou.

Com a criação do colegiado, a Unale busca ampliar o diálogo entre as Casas Legislativas, fortalecer a transparência e aprimorar a governança pública. O grupo tem a missão de compartilhar experiências e boas práticas da gestão financeira, discutir desafios comuns e soluções inovadoras, promover a padronização de procedimentos, capacitações técnicas e fomentar estudos e debates qualificados sobre finanças públicas no âmbito legislativo.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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