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O atendimento de Ressuscitação Cardiopulmunar é tema do 1º Ca…

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O diretor clínico, médico Henedy de Freitas, será o responsável pela apresentação do Protocolo de Terapia Medicamentosa em RCP/UPA. Já o enfermeiro especialista em urgência e emergência, Oséias Dallabarba e o também enfermeiro mestre em UTI, Wesley Roberto Lobo, irão conduzir as discussões sobre o Atendimento de RCP em Adulto. Além disso, Oséias e Wesley também serão responsáveis por uma capacitação prática.

As organizadoras do evento, Janaína Brasileiro, diretora de enfermagem da UPA, e Jéssica Limas Nascimento, enfermeira responsável pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar, pontuam que cerca de 100 profissionais são aguardados paro o 1º Capacita UPA. Além da equipe da UPA os alunos do curso técnico de Enfermagem do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), também devem participar da formação.

Janaína explica que este é o primeiro módulo de uma série de capacitações internas que a UPA irá realizar. “Nossa meta é discutir todos os aspectos possíveis da área da saúde para aprimorar e melhorar o atendimento que ofertamos à população”, diz.

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“Iniciamos justamente com a reanimação cardiopulmonar (RCP) ou reanimação cardiorrespiratória (RCR) por ser um conjunto de manobras destinadas a garantir a oxigenação dos órgãos quando a circulação do sangue de uma pessoa para (parada cardiorrespiratória )”, explica. “Tanto o número de pessoas atendidas quanto a complexidade do serviço prestado pela nossa equipe tem aumentado e precisamos estar bem preparados”, salienta.

A formação está programada para ser realizada todas as tardes entre os dias 8 e 11 de novembro, das 13 às 17 horas na unidade do Senac de Sorriso.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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