Polícia

Quadrilha é presa pela PM com diversos produtos furtados em Cuiabá

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Cinco pessoas, sendo três homens e duas mulheres, foram presas em flagrante por policiais militares do 1º Batalhão por formação de quadrilha, furto e receptação, na tarde desta quarta-feira (26.10). Com os suspeitos, foram recuperados diversos materiais furtados como produtos cosméticos e aparelhos eletrônicos.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta de 17h40, a equipe do 1º Batalhão foi acionada para abordar um grupo de pessoas, no bairro Jardim Europa. Segundo a denúncia, as pessoas eram suspeitas de cometerem um furto, em um estabelecimento de produtos eletrônicos, da cidade de Campo Verde. 

Ainda conforme as informações recebidas, a quadrilha estaria utilizando um veículo Renault Clio Sedan prata para cometer os crimes e estavam sendo monitorados via rastreamento de um dos produtos eletrônicos furtados. 

Os suspeitos foram encontrados em um residencial, sendo realizado procedimento de abordagem, onde nada de ilícito foi encontrado. Os policiais militares continuaram seguindo o rastreamento indicado por um dos aparelhos eletrônicos e encontraram notebooks e celulares embaixo de um colchão, dentro do imóvel.

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Em continuidade as buscas, também foram encontrados 166 produtos cosméticos diversos, peças de roupas com etiquetas, pares de tênis, pneus e calotas, além de outros celulares de várias marcas.

Diante da situação, foi feito contato com as vítimas dos furtos que confirmaram a origem dos produtos e reconheceram os criminosos. Os suspeitos receberam voz de prisão e foram todos encaminhados para a Central de Flagrantes, junto com os materiais apreendidos, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 

Fonte: PM MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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