Tribunal de Justiça de MT

Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso se reúne em novembro

Publicado em

A Escola da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), promove no próximo dia 25 de novembro, no Fórum de Várzea Grande, a 29ª Reunião do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso (Gemam). O grupo foi criado em 2014 para contribuir com o aperfeiçoamento dos serviços jurisdicionais prestados à sociedade, promovendo o debate sobre os serviços do Poder Judiciário, bem como para discutir casos concretos de repercussão pública, social ou institucional, que recomendem a uniformização jurisprudencial.
 
Os trabalhos serão abertos com a palestra ‘O aperfeiçoamento da magistratura e o papel da pesquisa: conquistas, desafios e perspectivas’, proferida pelo professor Fernando de Assis Alves, da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento da Magistratura (Enfam). Na sequências serão apresentados outros três trabalhos. Já no final do dia, os integrantes escolherão o novo coordenador para o biênio 2023/2024, em substituição ao atual coordenador, juiz Lídio Modesto da Silva, que terá seu biênio findado.
 
Conheça abaixo a programação:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mais informações sobre o encontro pelo e-mail [email protected] e pelo telefone (65) 3617-3844.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: foto colorida e vertical. Deusa da Justiça segura balança e espada nas mãos. Ao fundo, homem escreve em caderno. Texto: 29ª Reunião do Grupo de Estudos da Magistratura de Mato Grosso. 25 de novembro – Fórum de Várzea Grande. Abaixo, programação.
 
Johnny Marcus
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Tribunal mantém lei que autoriza redução de IPTU a imóvel beneficiado por financiamento habitacional

Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Júri de Bezerra: investigadora revela que vítima acreditava ter celular rastreado pelo ex

Published

on

O júri popular de Carlos Alberto Gomes Bezerra Filho, acusado de matar a ex-companheira, Thays Machado, e o namorado dela, Willian Moreno, foi marcado por novos depoimentos sobre o comportamento do réu antes do crime. Durante a sessão realizada no Fórum de Cuiabá, testemunhas afirmaram que Thays acreditava estar sendo monitorada e relataram episódios de perseguição e violência.

O delegado Marcelo Oliveira, responsável pela investigação do caso, afirmou que o relacionamento entre o réu e a vítima era marcado por comportamento obsessivo. Segundo o policial, testemunhas ouvidas durante o inquérito relataram crises de ciúmes, ameaças e tentativas de controlar os passos de Thays.

De acordo com o delegado, o histórico de violência incluía diversas ligações insistentes, perseguições e até uma tentativa de atropelamento. Ele também citou danos causados à residência da vítima, apontados durante a investigação.

Outra testemunha ouvida no julgamento, a investigadora da Polícia Civil Luciene Benedita Taques de Abreu, contou que atendeu Thays pouco antes do duplo homicídio. Segundo ela, a vítima chegou à delegacia bastante assustada após ser perseguida pelo ex-companheiro.

Leia Também:  Aposentadoria Humanizada: servidoras e servidores do Judiciário recebem homenagem do Tribunal

“Ela imaginava que o celular estava com rastreador, porque, segundo a vítima, se não houvesse esse rastreador, não teria como ele saber onde ela estava”, relatou a policial em juízo.

Ainda conforme o depoimento, a investigadora chegou a sacar a arma ao perceber que dois veículos se aproximavam da unidade policial. O carro conduzido por Carlos Bezerra deixou o local antes da abordagem.

Durante o julgamento, a defesa voltou a pedir que o réu recebesse tratamento de saúde fora da prisão, alegando que ele estaria com sarna. O pedido foi negado pela juíza responsável pelo caso, que entendeu que a enfermidade pode ser tratada no sistema prisional.

A defesa também solicitou novo adiamento do júri sob o argumento de que não teve tempo suficiente para analisar o processo após assumir o caso. O pedido foi rejeitado. A magistrada destacou que o crime ocorreu há mais de três anos e observou que a defesa já havia apresentado diversos recursos ao longo da tramitação do processo.

Carlos Bezerra Filho é julgado pelo assassinato de Thays Machado e Willian Moreno, mortos a tiros em janeiro de 2023, em frente a um edifício comercial no bairro Consil, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o crime teve motivação passional e foi praticado de forma premeditada. A defesa busca a desclassificação das acusações ou eventual redução da responsabilização penal do réu.

Leia Também:  Serviço de identificação completa 101 anos em Mato Grosso

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA