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Após perder disputa interna no União Brasil, Jayme Campos passa a ser citado como possível candidato em Várzea Grande

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A decisão do União Brasil de apoiar a pré-candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso abriu novas especulações sobre o futuro político do senador Jayme Campos. Sem o aval da sigla para disputar o Palácio Paiaguás e com o mandato no Senado chegando ao fim em janeiro, o nome do ex-governador voltou a circular nos bastidores como possível candidato à Prefeitura de Várzea Grande em 2028.

A avaliação entre lideranças políticas é de que Jayme mantém uma forte ligação com o município, onde construiu sua trajetória política e já exerceu o cargo de prefeito em mais de uma ocasião. Por esse motivo, uma eventual volta à disputa municipal passou a ser considerada uma possibilidade após o cenário estadual se reorganizar.

O senador ainda não confirmou qualquer intenção de disputar novamente a prefeitura, mas o assunto já começou a ser debatido entre aliados e integrantes do meio político. A leitura nos bastidores é que Várzea Grande poderia representar uma alternativa para a continuidade de sua atuação pública após o encerramento do mandato no Congresso Nacional.

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Com uma carreira marcada por passagens pelo Executivo municipal, Governo do Estado e Senado Federal, Jayme Campos agora passa a ser observado pelo mercado político diante das movimentações para as próximas eleições municipais.

Enquanto o cenário de 2028 ainda está distante, as articulações já começam a apontar possíveis caminhos para nomes tradicionais da política mato-grossense.

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Política MT

Max Russi diz que combate às facções deve ser prioridade permanente em Mato Grosso

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), defendeu o fortalecimento das ações de combate às facções criminosas e afirmou que o enfrentamento ao crime organizado deve ser tratado como prioridade permanente pelo Estado. Segundo ele, Executivo, Legislativo, Judiciário e órgãos de controle precisam atuar de forma integrada para impedir o avanço dessas organizações e evitar qualquer tentativa de infiltração na política.

Durante entrevista ao programa Conexão Poder, Max Russi afirmou que as instituições responsáveis pela segurança pública e pela fiscalização eleitoral desempenham papel fundamental na identificação de eventuais candidatos com ligação ao crime organizado.

Na avaliação do parlamentar, partidos políticos não possuem mecanismos para detectar previamente esse tipo de vínculo.

“Não está escrito na testa de ninguém. Quem tem condições de identificar isso são as forças de segurança, o Ministério Público e a Justiça Eleitoral”, afirmou.

O presidente da Assembleia defendeu que, caso sejam identificadas pessoas ligadas a organizações criminosas, as autoridades atuem com rigor para impedir que elas ocupem cargos públicos.

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“Se houver pessoas ligadas às facções em qualquer partido, espero que a Polícia, o Ministério Público e a Justiça atuem. Não podemos permitir que alguém seja eleito para defender os interesses do crime organizado”, declarou.

Max Russi ressaltou que o enfrentamento às facções vai além do período eleitoral e exige políticas públicas permanentes, investimentos em segurança e atuação coordenada entre os diferentes Poderes.

Segundo ele, o crescimento dessas organizações representa um dos principais desafios enfrentados por Mato Grosso e pelo país.

“O enfrentamento às facções tem que ser prioridade em todos os Poderes”, disse.

O deputado também destacou os investimentos realizados pelo Estado para fortalecer as forças de segurança, com ampliação de efetivo, aquisição de equipamentos e melhorias na estrutura operacional.

Ao encerrar a entrevista, Max afirmou confiar no trabalho desenvolvido pelas forças de segurança e defendeu a continuidade das ações para combater o crime organizado e garantir maior tranquilidade à população.

“Precisamos continuar fortalecendo esse trabalho para impedir o avanço do crime organizado e garantir segurança aos mato-grossenses”, concluiu.

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