ELEIÇÃO 2026

PSD oficializa Natasha e sepulta especulações sobre substituição por Emanuel Pinheiro

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A homologação da candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD) ao Governo de Mato Grosso encerrou, nesta quinta-feira (30), os rumores de que o partido poderia substituir seu nome pelo do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro. A oficialização ocorreu durante a convenção estadual da legenda, realizada no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Nas últimas semanas, os bastidores políticos foram tomados por especulações sobre uma possível mudança na cabeça de chapa do PSD. No entanto, a convenção confirmou Natasha como candidata ao Palácio Paiaguás, colocando fim às discussões internas e reafirmando a decisão da sigla.

Antes mesmo da convenção, Natasha já havia minimizado os rumores. Em entrevista ao portal O Bom da Notícia, afirmou que a definição estava consolidada.

“Já está bem pacificado. Só estávamos aguardando as convenções”, declarou.

Além de homologar a candidatura ao Governo, o PSD participou da convenção da Federação Brasil da Esperança, responsável por definir a composição da chapa majoritária, incluindo o candidato a vice-governador.

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Com a confirmação oficial, o partido passa a concentrar esforços na campanha eleitoral, encerrando qualquer expectativa de substituição da candidata.

O cenário político desta quinta-feira também foi marcado pela definição do União Brasil. Após cinco horas de votação secreta, os convencionais rejeitaram a candidatura própria do senador Jayme Campos e aprovaram, por 30 votos a 19, com um voto nulo, o apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Com as convenções encerradas, as principais forças políticas de Mato Grosso começam a consolidar o desenho da disputa pelo Palácio Paiaguás nas eleições de 2026.

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Política MT

“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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