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ALMT sedia o 9º Ciclo de Assistência Social, Saúde e Bem-Estar realizado pela PMMT

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Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) sediou nesta segunda-feira (18), no Teatro Zulmira Canavarros, o 9º Ciclo de Assistência Social, Saúde e Bem-Estar (Cassbem), realizado pela Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT). O evento faz parte de um programa permanente de saúde e assistência social da corporação no mês de setembro e marca a campanha nacional de conscientização sobre a prevenção ao suicídio.

O ciclo de palestras é dirigido aos policiais militares com foco na saúde mental, física, psicológica e financeira. Quatrocentos e cinquenta policiais participaram do encontro que tem como objetivo levar a reflexão sobre a importância de cuidar da qualidade de vida dos profissionais com medidas simples no dia a dia.

O coordenador da Cassbem, tenente-coronel Diego Tocantins, destacou a importância do mês de setembro que trata no mundo todo a conscientização e o combate ao suicídio.

“A questão da saúde mental, tanto no Brasil, quanto no mundo, leva entidades e instituições a promoverem campanhas e ações que alertam a população sobre o tema suicídio. Em qualquer profissão, não só da área de segurança, é preciso um olhar diferenciado com o autocuidado. As questões física e emocional são fatores ligados à qualidade de vida e, às vezes, medidas simples podem resolver algum tipo de problema”.

O tenente-coronel disse que a profissão policial é a segunda mais estressante do mundo; Os policiais militares precisam prestar o serviço de segurança e estarem em plenas condições físicas, emocionais e mentais para tal.

“Os ciclos de palestras serão divididos em quatro equipes, num total de 16 capacitações, que ocorrerão até a primeira quinzena de outubro. A PMMT separou quatro semanas, e nós dividimos por turmas. Incluímos os alunos da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap), que estão iniciando a carreira para estarem além do físico, alma e o espírito tratados”. 

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O diretor da Esfap, tenente-coronel Bruno Marcel Souza, disse que esse ciclo de palestra faz parte da formação desses policiais acadêmicos e que envolvem as diversas áreas do conhecimento, incluindo a psicologia e psiquiatria.

Uma policial passa por diversas vezes por confrontos, intervenções e isso pode afetar a vida dele. Esse ciclo de palestras é justamente para oferecer um ponto de apoio, demonstrando que é possível tratar o problema e que a polícia militar oferece esses recursos de atendimento”.

Comandante da PMMT, coronel Alexandre Mendes, disse que em todas as profissões é necessário se atentar à campanha Setembro Amarelo, que chama a tenção para o combate ao suicídio. 

“Na PM temos essa coordenadoria de assistência social voltada às prevenções ao suicídio. Temos que trabalhar esse tema, precisamos que a saúde mental dos nossos policiais militares estejam em perfeitas condições. Chamo a atenção dos policiais para avaliarem se seu companheiro de trabalho está bem ou não. Nós não trabalhamos de forma isolada, sempre em dupla em equipe. Conclamo que um cuide do outro, caso alguém não esteja bem, solicitar encaminhamento desse policial a um local apropriado”, declarou o comandante que enfatizou que quando um PM é tratada sua saúde mental, ele pode trabalhar melhor e oferecer serviço de qualidade para a sociedade.

O autoconhecimento é um aprendizado necessário para vida pessoal e profissional e fundamental para a saúde emocional, conforme explicou palestrante e psicóloga Gizelda Capilé. “Na medida em que se conhece, isso reflete em suas ações, tornando-o mais flexível e forte para enfrentar as questões psíquicas.  Ela alertou que “quanto mais cedo detectada a depressão, sendo medicada ou não, mais rápido é a recuperação já que quando a pessoa está com a saúde mental afetada o sistema nervoso todo dela é afetada”, concluiu. 

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Em Mato Grosso – A Resolução n° 7.072/2021, de autoria do então deputado estadual Silvio Fávero, autoriza a ALMT à promoção de ações relacionadas ao Setembro Amarelo, por meio de campanha e divulgação por todos os meios disponíveis de comunicação de materiais sobre a conscientização da prevenção ao suicídio. 

Setembro Amarelo –  De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, o suicídio é a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito. A OMS aponta também que o suicídio é considerado a segunda causa de mortes entre jovens no mundo, depois de acidentes de trânsito.

No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, uma média de 38 suicídios por dia. A cada 100 mil homens brasileiros, 12,6% cometem suicídio; entre mulheres, os dados apontam para 5,4% casos de suicídio a cada 100 mil brasileiras. 

CVV – O Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e de prevenção ao suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias.

Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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