POLÍTICA NACIONAL

Oito comissões definem nesta semana emendas à LDO de 2026

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Oito comissões permanentes do Senado concluem nesta terça-feira (26) a definição das emendas que devem ser apresentadas ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano. Na semana passada, cinco colegiados aprovaram suas sugestões. As propostas devem ser encaminhadas à Comissão Mista de Orçamento (CMO) até as 18h desta terça.

Cada comissão permanente do Senado pode apresentar três emendas ao projeto da LDO (PLN 2/2025). As sugestões reforçam dotações orçamentárias na área de atuação de cada colegiado. Veja abaixo os horário das reuniões previstas:

9h

  • Assuntos Sociais (CAS)
  • Direitos Humanos (CDH)
  • Infraestrutura (CI)
  • Meio Ambiente (CMA)

10h

  • Assuntos Econômicos (CAE)
  • Educação (CE)

11h

  • Segurança Pública (CSP)

13h45

  • Agricultura (CRA)

As comissões de Fiscalização e Controle (CTFC), Comunicação e Direito Digital (CCDD) e Defesa da Democracia (CDD) não agendaram reuniões para tratar das suas emendas à LDO 2026. As duas últimas ainda não foram instaladas em 2025.

Orçamento 2025

Além das emendas à LDO de 2026, duas comissões do Senado também definem nesta terça-feira o destino das suas emendas para o Orçamento deste ano (Lei 15.121). Por determinação do Supremo Tribuna Federal (STF), os colegiados devem indicar especificamente quais são os projetos beneficiados pelos recursos.

  • Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR), 9h30: Os parlamentares devem definir a destinação de uma emenda que prevê apoio a desenvolvimento sustentável local integrado
  • Comissão de Agricultura (CRA), 14h: A emenda prevê ações de fomento ao setor agropecuário
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Magno Malta anuncia PDLs contra decretos de Lula que regulam ‘big techs’

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (26), o senador Magno Malta (PL-ES) anunciou a apresentação de dois projetos de decreto legislativo (PDL 460/2026 e PDL 466/2026) para tentar derrubar decretos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que atualizam a regulamentação do Marco Civil da Internet. As novas regras ampliam a responsabilidade das plataformas digitais (big techs) na remoção de conteúdo criminoso e exigem ações preventivas contra fraudes e violência. O parlamentar afirmou que as medidas restringem a liberdade de expressão.

— Esse PDL é para anular o decreto de Lula que faz regulação da internet. São dois PDLs: o 460, de 2026, e o 466, de 2026. Reclamação disciplinar no CNJ. Como no Brasil não tem ordenamento jurídico, não tem respeito, cada um escreve o que quer, do jeito que quer, eu digo: o Executivo e o Supremo Tribunal Federal são os componentes majoritários desse consórcio que manda e desmanda, que faz e desfaz, e que não respeita o ordenamento jurídico — declarou.

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No mesmo discurso, o parlamentar criticou pesquisas de opinião pública divulgadas após o vazamento de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, as pesquisas foram utilizadas para ampliar desgastes políticos. O senador anunciou que pretende protocolar um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação das empresas responsáveis pelas pesquisas eleitorais no país.

— Eu entregarei amanhã um pedido de CPI para investigar as empresas de pesquisa no Brasil, os institutos de pesquisa. O que são os institutos de pesquisa, senador Wagner, senador Davi e senadora Dorinha? Eles não são entidades filantrópicas, são empresas criadas para ganhar dinheiro e precisam ter cliente. O cliente paga, e, quando dá tudo errado para ele, o instituto ainda tem a margem de erro que ele dá para o cliente e a tira do outro — disse.

O senador também voltou a defender o homeschooling (ensino domiciliar), ao comentar o caso de uma família condenada por abandono intelectual em Jales (SP). Magno Malta defendeu que educar filhos em casa não pode ser tratado como crime e informou ter apresentado reclamação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz responsável pela sentença.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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