POLÍTICA NACIONAL

Lucas Barreto critica ação do MPF contra exploração de petróleo na costa do Amapá

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O senador Lucas Barreto (PSD-AP) reprovou a atuação do Ministério Público Federal (MPF) que, para ele, tenta impedir o avanço do projeto de exploração de petróleo na costa do Amapá. Em  seu pronunciamento no Plenário, nesta terça-feira (1º), ele reagiu à notícia de que o MPF ingressou com ação civil pública pedindo a suspensão de testes pré-operacionais no bloco de petróleo da região.

— Mesmo com esse distanciamento da realidade, ajuízam uma ação civil pública travestida de zelo técnico, que na prática tenta impedir a exploração de petróleo na costa do Amapá, um projeto com real potencial de transformar a nossa economia, gerar emprego e dar dignidade a milhares de famílias — afirmou.

Lucas Barreto lamentou o que classificou como desconhecimento da realidade amazônica por parte de procuradores que atuam no estado. Para ele, decisões judiciais baseadas em “mapas coloridos e teses acadêmicas” desconsideram as necessidades sociais da população local. O parlamentar ressaltou que o licenciamento ambiental seguiu todos os trâmites legais e que o projeto representa esperança de desenvolvimento para o estado.

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O senador também destacou a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Exploração de Petróleo na Costa Equatorial do Brasil, marcada para esta quarta-feira (2), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). Ele reafirmou seu compromisso com o povo amapaense e criticou a atuação de órgãos e entidades que, segundo ele, contribuem para a estagnação econômica da região.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

PEC que amplia autonomia do BC terá votação definida até sexta, anuncia Davi

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Aprovada na semana passada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a proposta de emenda à Constituição que concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC) terá sua votação no Plenário definida até sexta-feira (19). Foi o que garantiu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, durante a sessão desta quarta-feira (17).

A PEC 65/2023 também blinda o Pix, sistema de pagamento instantâneo criado pelo BC, ao inserir o sistema na Constituição. 

A decisão foi uma resposta de Davi a um apelo de um grupo de senadores. Eles alegam que, embora durante a votação na CCJ governo e oposição tenham acordado um prazo para o ministro da Fazenda, Dario Durigan, analisar alguns pontos da proposta, a resposta do governo não veio. Autor da PEC, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) pediu, então, que Davi coloque a PEC em votação.

— O governo pediu o prazo de uma semana para sugerir ajustes no dispositivo que trata da relação entre Banco Central e Tesouro Nacional, a pedido do Ministério da Fazenda, antes de votarmos a proposta aqui no Plenário. Atendemos mais este pedido, aguardamos uma semana, e o prazo se esgota hoje. O governo teve o tempo que pediu, recebeu o texto para propor mais alterações, mas não deu nenhuma resposta até agora — disse Vanderlan. 

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Outros senadores como Izalci Lucas (PL-DF), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Tereza Cristina (PP-MS) também cobraram o início da análise da PEC no Plenário. 

—  É um projeto importantíssimo, porque o Banco Central já tem autonomia, mas, sem autonomia financeira, ele não consegue trabalhar. Esse assunto já passou da hora. Já amadureceu. Podemos ter um problema muito sério — disse Tereza. 

Davi concordou que a proposta vem sendo debatida há muito tempo e que está madura para votação. Ponderou, contudo, que ouviria o governo até sexta-feira para definir a data de votação em Plenário. 

— A decisão da Presidência é de o mais rápido possível trazer esta matéria para a deliberação do Plenário, mas eu vou ouvir todos os atores envolvidos — afirmou.  

Na última quarta-feira (10), durante reunião da CCJ, o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), pediu o prazo de uma a duas semanas para que o Ministério da Fazenda avalie o projeto, sobretudo em relação a eventuais custos que a medida pode trazer.

— A única coisa que eu estou pedindo, para atender ao meu ministro da Fazenda, é uma semana, quinze dias para tentar fazer algum ajuste. Não é para voltar para cá. Por mim, é para votar no Plenário — disse o senador na ocasião. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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