POLÍTICA NACIONAL

Chico Rodrigues diz que CBF inicia nova fase para o futebol

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Durante pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (26), o senador Chico Rodrigues (PSB-RR) celebrou a escolha do médico roraimense Samir Xaud, de 41 anos, como novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O parlamentar afirmou que a chegada de um representante da Região Norte simboliza uma ruptura no histórico de centralização do comando da entidade. Rodrigues destacou a trajetória de Xaud como gestor da Federação Roraimense de Futebol e argumentou que o novo dirigente está preparado para liderar uma nova fase no futebol brasileiro.

— Isso é simbólico porque rompe com um ciclo de centralização e abre espaço para uma gestão mais inclusiva, mais democrática e mais próxima da realidade de todas as federações estaduais. Sami Xaud representa uma renovação não apenas de rosto, mas de ideias, de propósitos e de compromisso com um futebol mais justo, mais transparente e verdadeiramente nacional. Um cidadão que, com coragem e competência, deixou sua marca no futebol de Roraima, e agora tem a oportunidade de transformar a realidade do futebol em todo o território nacional — declarou.

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O senador ressaltou que o futebol brasileiro precisa de unidade e que a escolha de Xaud, apoiada por 26 das 27 federações estaduais, reflete o interesse da maioria. Ele defendeu que o Congresso Nacional acompanhe a atuação do novo presidente, nesta nova fase da entidade, para assegurar uma gestão mais ética e conectada com os interesses do futebol nacional.

— O futebol é mais do que um esporte em nosso país, é identidade, é cultura, é paixão. Que ele [Xaud] tenha sabedoria para conduzir esse gigantesco desafio e que nós, representantes do povo, sigamos atentos, vigilantes e, acima de tudo, colaborativos, para que o futebol brasileiro retome seu protagonismo dentro e fora do campo — disse Rodrigues.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Senado adia votação da indicação de Benedito Gonçalves para o CNJ

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou nesta quarta-feira (20) a votação da indicação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o período de 2026 a 2028.

Dos 67 senadores presentes na Casa, apenas 59 registraram voto. Diante desse número de votantes, o presidente do Senado optou por não concluir a votação, que demanda maioria absoluta (41) para aprovação, e submeter a indicação ao Plenário em outra oportunidade. O adiamento foi defendido durante a sessão pelos senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Weverton (PDT-MA).

— A posse do novo corregedor ocorrerá em 3 de setembro. Portanto, como temos muito prazo, eu determino o cancelamento da votação – anunciou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Durante a discussão da indicação, senadores manifestaram apoio ao nome de Benedito Gonçalves, entre eles Otto Alencar (PSD-BA), enquanto outros, como Marcos do Val (Avante-ES), revelaram que votariam contra a indicação. Senadores da oposição também pediram que Davi levasse a votação até o final com os 59 computados, mas não foram atendidos pelo presidente do Senado.

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Pela manhã, com 21 votos favoráveis e 5 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação de Benedito Gonçalves, que seguiu em regime de urgência para apreciação do Plenário. A indicação (OFS 4/2026), de iniciativa do STJ, foi relatada pelo senador Cid Gomes (PSB-CE).

Benedito Gonçalves é formado em direito, com mestrado e especialização. Antes de ingressar na magistratura, foi inspetor de alunos no Rio de Janeiro na década de 1970, papiloscopista na Polícia Federal e delegado de polícia no Distrito Federal.

Em 1988, tornou-se juiz federal, atuando no Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Dez anos depois, foi promovido a desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Passados outros dez anos, alcançou o posto de ministro do STJ, cargo que ocupa até hoje.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem a função de exercer o controle administrativo, financeiro e disciplinar do Poder Judiciário brasileiro. O órgão atua para garantir a transparência, a eficiência e o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, padronizando procedimentos em todo o país.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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