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Semana na ALMT tem debate sobre demissões no SAMU e homenagens oficiais

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A agenda da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para a próxima semana será marcada por feriado nacional, discussões na área da saúde e sessões solenes. A Comissão de Saúde se reúne com o secretário Juliano Melo para tratar das 56 demissões no SAMU. A programação inclui ainda sessões ordinárias, e uma solenidade em comemoração aos 83 anos do IFMT – Campus São Vicente.

Segunda-feira (20)

Ponto Facultativo, de acordo com a Portaria da Mesa Diretora nº 67/2025.

Terça-feira (21)

Feriado Nacional, comemorado Dia de Tiradentes.

Quarta-feira (22)

Às 8 horas, reunião da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social com o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, para discutir as 56 demissões ocorridas de colaboradores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Cuiabá e região. Os cortes incluíram 10 condutores, 22 enfermeiros e 24 técnicos de enfermagem.

Às 9 e às 13 horas, acontecem duas sessões ordinárias no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Quinta-feira (23)

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Às 19 horas, o deputado Faissal Calil (PL) realiza uma sessão especial para a entrega de Moção de aplausos, Títulos de Cidadão Mato-grossense e Comendas às personalidades que contribuíram de forma expressiva e relevante para o desenvolvimento e engrandecimento de nosso Estado. As homenagens acontecem no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Sexta-feira (24)

Sem Agenda até o fechamento desta edição.

Sábado (25)

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), realiza, às 10 horas, sessão especial para a comemoração dos 83 anos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – Campus São Vicente/IFMT. O evento está marcado para acontecer na sede do Campus em São Vicente, que foi fundado no dia 14 de abril de 1943.

A Assembleia informa que a programação está sujeita a alterações ao longo da semana.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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