NESTA SEGUNDA

Max toma posse como presidente da AL-MT e promete diálogo e transparência

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Na manhã desta segunda-feira (03), o deputado estadual Max Russi assumiu a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) e anunciou uma gestão pautada no diálogo e na aproximação da Casa de Lei com os cidadãos. Em suas declarações, Max ressaltou que “vamos trabalhar para aproximar o AL do cidadão, pois aqui é a casa do povo” e garantiu que a nova gestão manterá o espírito de diálogo que tem caracterizado a trajetória do parlamentar.

O novo presidente destacou que o compromisso com a transparência e a escuta ativa terá prioridades em sua administração. “Encerro um ciclo como primeiro-secretário e fizemos uma gestão com resultados. Agora, como presidente, não vai ser diferente. Vai ter muito diálogo, aproximando a AL do cidadão e o cidadão da AL. Aqui é a casa do povo, vamos fazer isso com muita atenção”, afirmou Max Russi.

Ao lado do novo presidente, o deputado Dr. João, que assume o cargo de primeiro-secretário e é natural de Tangará da Serra, reforçou a importância de um diálogo aberto e constante com todos os setores. “A nova gestão ainda não muda nada, mas o pensamento é diferente, é novo. Eu e o Max vamos dialogar muito, com todo mundo, com os colegas deputados, com o governo, com os setores e trabalhar para um Mato Grosso melhor”, disse o parlamentar. João também ressaltou que, com a posse, a responsabilidade da Casa de Leis aumenta significativamente, e que seu objetivo é potencializar o perfil municipalista em prol das cidades do estado, defendendo inclusive o aumento das sessões legislativas para ampliar a presença e o debate no plenário.

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A nova Mesa Diretora para o biênio 2025-2027 é composta pelos seguintes deputados:
• Max Russi (presidente);
• Júlio Campos (1º vice-presidente);
• Gilberto Cattani (2º vice-presidente);
• Wilson Santos (3º vice-presidente);
• Dr. João (1º secretário);
• Paulo Araújo (2º secretário);
• Diego Guimarães (3º secretário);
• Elizeu Nascimento (4º secretário);
• Fábio Tardin – “Fabinho” (5º secretário);
• Juca do Guaraná (6º secretário).

Com essa nova configuração, os membros da Mesa Diretora prometem trabalhar com afinco para estreitar os laços com a população, promovendo o diálogo entre os poderes e atender, de forma mais eficaz, conforme demandas do estado de Mato Grosso.

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Política MT

Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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