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Max Russi destina R$ 150 mil para castração de animais em Cáceres

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A causa animal ganhou mais um importante reforço em de Cáceres. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), destinou uma emenda parlamentar, no valor de R$ 150 mil para ações de bem-estar animal na cidade. As ações serão executadas pela Associação de Ajuda aos Animais de Cáceres (AAAC), entidade pública do município.

O objetivo é viabilizar a castração de cães e gatos por meio de procedimentos como a ovário-histerectomia e a microchipagem. A prioridade do projeto é atender animais em situação de abandono, bem como os que estão sob os cuidados de protetores independentes ou tutores de baixa renda, com renda familiar de até dois salários mínimos.

“A prefeita Eliene trouxe essa demanda para mim, junto com o pessoal da Associação, e estamos fortalecendo essa iniciativa que também faz parte dos trabalhos da nossa gestão à frente da Assembleia Legislativa”, afirmou o o presidente da ALMT.

“Fico feliz de saber do pagamento da emenda em meio à campanha Abril Laranja, mês em que tratamos sobre a conscientização, sobre a prevenção contra a crueldade animal. Cuidar dos animais também é cuidar das pessoas. Essa ação impacta diretamente na saúde coletiva e no bem-estar da população”, completou Russi.

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A prefeita Eliene Liberato recebeu com alegria a notícia. “Quero agradecer ao nosso deputado e presidente da assembleia, Max Russi, pela sensibilidade em relação a uma causa tão importante: a proteção aos animais. A associação do município de Cáceres agradece de coração ao deputado Max pela sua sensibilidade e compromisso com essa causa”, declarou.

Com a verba já disponível, a prefeitura de Cáceres deve iniciar em breve o programa de castração, em parceria com clínicas veterinárias e organizações locais de proteção animal. A estimativa é que possam ser atendidos mais de 300 animais.

Abril Laranja – A campanha Abril Laranja, mês de conscientização sobre a prevenção contra a crueldade animal, foi instituída pela Lei estadual nº 12.646/2024, de autoria do deputado Max Russi.

Além de ações no Legislativo, o deputado Max Russi também tem criou o Grupo de Trabalho para Proteção dos Animais, com reuniões mensais. Como parte das ações de apoio ao mês, o GT está distribuindo laços na cor laranja e cartilhas em defesa da causa animal com informações direcionadas a crianças de até 12 anos.

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Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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