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Durante o lançamento da 2ª etapa do programa, Dr. Eugênio destaca impacto do Fila Zero na saúde do interior de MT

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Durante o lançamento da 2ª etapa do programa Fila Zero na Cirurgia, nesta quinta-feira (23), no Palácio do Paiaguás, o deputado Dr. Eugênio (Republicanos) afirmou que o projeto está ajudando a suprir imensas falhas assistenciais da saúde no Vale do Araguaia e em outras regiões do interior mato-grossense. O parlamentar destacou o potencial da ação em oferecer assistência médica especializada nos municípios do interior, está melhorando a saúde de milhares de pessoas e transformando vidas em todo o estado.

Em reunião com prefeitos, representantes de consórcios intermunicipais de saúde e demais autoridades, o governador Otaviano Pivetta assinou um convênio para o investimento de R$ 400 milhões na realização de cirurgias eletivas e procedimentos, pelo Fila Zero. A projeção do programa para 2026 é de mais de 460 mil atendimentos, entre cirurgias, consultas e exames, reduzindo a fila de espera de quem aguarda esse tipo de procedimento.

Para o Dr. Eugênio, o Fila Zero é fundamental especialmente aos municípios do interior, pois a falta de atendimento especializado faz com que muitos casos cirúrgicos permaneçam sem solução por anos, levando o paciente a aguardar em longas filas de espera. “O governo está preenchendo gradativamente esses vazios assistenciais da saúde em nosso estado”, afirmou o deputado.

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Dr. Eugênio ainda destacou que, além de reduzir a fila de espera, os mutirões de cirurgias e procedimentos permitem que os pacientes recebam atendimento em suas cidades ou na região, sem a necessidade de grandes deslocamentos.

“Peço que o governo continue descentralizando a saúde de Mato Grosso. Em um estado rico como nosso e de tamanha dimensão territorial, é inadmissível que um paciente do interior tenha que se deslocar mais de 1.200 quilômetros para ser assistido na capital”.

O deputado é um grande entusiasta do programa e tem contribuído efetivamente para levar os mutirões de cirurgias até o Vale do Araguaia. Desde 2023, ano em que o programa foi lançado, Dr. Eugênio já destinou cerca de R$ 11,3 milhões em emendas parlamentares ao Fila Zero, possibilitando procedimentos cirúrgicos gratuitos a milhares de pessoas na região.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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