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Dr. João apresenta Indicação de adaptada a estudantes com TEA para atender Sapezal

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dr. João (MDB), apresentou, na sessão plenária desta quarta-feira (11), uma indicação legislativa solicitando ao governador Mauro Mendes (União) a disponibilização de uma van pedagógica adaptada para o transporte de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) – Nível 3 de Suporte e outras deficiências.

A proposta, endereçada também ao secretário de Educação, Alan Porto, e aos vereadores de Sapezal, visa garantir acesso seguro e inclusivo à educação para alunos com necessidades especiais. “É nosso dever assegurar que toda criança, independentemente de sua condição, tenha o direito à educação com dignidade”, afirmou Dr. João.

A Idicação destaca o aumento da demanda por atendimentos educacionais especializados em Sapezal, especialmente para estudantes com TEA Nível 3, que requerem suporte intensivo. A van adaptada, com acessibilidade plena, seria essencial para transportar esses alunos às escolas e serviços pedagógicos, atendendo ao princípio constitucional da educação inclusiva.

“Uma van adaptada não é apenas um veículo, é a ponte que leva essas crianças a um futuro com mais oportunidades”, enfatizou o deputado, reforçando seu compromisso com a inclusão.

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Além da van pedagógica, Dr. João apresentou outras duas indicações para fortalecer a infraestrutura e os serviços públicos de Sapezal. A segunda solicita ao governador, com cópias ao secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo Oliveira, e à secretária de Agricultura Familiar, Andreia Carolina Domingues Fujioka, a aquisição de um caminhão-pipa com equipamento de alta pressão.

O município, que já conta com três caminhões de baixa capacidade e um recentemente adquirido, ainda enfrenta dificuldades para atender demandas como abastecimento de água, combate a incêndios, limpeza pública e manutenção de estradas.

A terceira indicação, direcionada ao governador e ao secretário de Educação, pede a disponibilização de ônibus escolares climatizados para atender 20 linhas de transporte rural, que percorrem 3.578 km e servem alunos em áreas marcadas por altas temperaturas, seca e poeira.

“Nossos estudantes merecem viajar com conforto e segurança. Ônibus climatizados são uma necessidade urgente para quem enfrenta longas distâncias sob o calor intenso”, destacou o parlamentar.

“Sapezal é um exemplo do potencial de Mato Grosso, mas precisa de apoio para superar seus desafios. Estou aqui para ser a voz dessas demandas”, afirmou. As propostas aguardam análise do Executivo.

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Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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