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Professora Graciele apresenta projeto de lei de combate a homofobia em Mato Grosso

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A deputada estadual Professora Graciele (PT) apresentou, na última sessão plenária, realizada nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei 1173/2025, que visa coibir e punir administrativamente atos de discriminação motivados por orientação sexual, identidade ou expressão de gênero. A proposta se insere no esforço legislativo de combate à LGBTQIA+fobia no estado e busca garantir direitos fundamentais por meio de instrumentos administrativos.

O texto proíbe práticas discriminatórias em instituições públicas ou privadas, abrangendo desde agressões simbólicas e morais até a recusa de acesso a serviços ou empregos. Entre as penalidades previstas, estão advertências, multas, suspensão e até cassação de alvarás de funcionamento de estabelecimentos que reincidirem na prática de atos discriminatórios.

Segundo o Grupo Estadual de Combate aos Crimes de Homofobia (GECCH), entre 2019 e 2020 o número de crimes contra pessoas LGBTQIA+ dobrou, chegando a 160 casos em apenas oito meses. Diante desse cenário, a deputada reforçou a importância de a Assembleia Legislativa apresentar soluções para frear o índice crescente de violência contra essa população.

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“O nosso compromisso é com a vida, com a dignidade humana e com um estado que respeite todas as formas de existência. Não podemos aceitar que a intolerância siga impune. Essa é uma lei que protege vidas e reafirma o direito das pessoas em ser quem elas são”, afirmou Professora Graciele.

Ainda de acordo com o projeto, as denúncias poderão ser feitas presencialmente ou por meio eletrônico, com garantia de sigilo. A apuração das infrações ficará a cargo das instituições e autoridades competentes.

Cultura indígena – No mesmo dia, Professora Graciele também apresentou o Projeto de Lei 1172/2025, que institui o Programa Estadual de Valorização e Preservação das Culturas Indígenas. A proposta tem como objetivo reconhecer, proteger e difundir as manifestações culturais dos povos originários presentes em Mato Grosso.

Entre as ações previstas, estão a criação de centros culturais indígenas, apoio à produção de materiais em línguas originárias, inclusão das culturas indígenas nos currículos escolares e o fomento à preservação das línguas nativas.

O projeto também propõe a criação de um prêmio estadual para valorizar iniciativas exemplares e a instituição de instâncias participativas com maioria indígena para monitorar as políticas públicas.

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Fonte: ALMT – MT

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“A verdadeira direita nasceu para servir, não para se aproveitar do povo”, diz Wiler Vitório

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A política brasileira vive um momento de transformação, e para o candidato do AGIR 36, Wiler Vitório, essa mudança passa pelo fortalecimento de lideranças comprometidas com a verdade, a transparência e os valores conservadores. Segundo ele, o partido nasceu justamente para atender ao clamor de uma população cansada da velha forma de fazer política e que busca representantes verdadeiramente comprometidos com os interesses da sociedade.

Ao explicar a origem da legenda, Wiler destacou que o AGIR surgiu a partir da reformulação do antigo Partido Trabalhista Cristão (PTC), mas com uma proposta muito mais ampla: construir um projeto político baseado na ética, na responsabilidade e na renovação.

“Vivemos um momento em que a sociedade pede pessoas novas na política. Durante muitos anos vimos a política ser conduzida pelas mesmas figuras, que prometem muito e entregam pouco. O AGIR nasceu para fazer diferente, trabalhando com a realidade e com a verdade, e não com a enganação”, afirmou.

Segundo o candidato, desde sua criação o partido buscou selecionar candidatos alinhados aos princípios defendidos pela legenda, priorizando nomes com histórico de trabalho e compromisso com a população.

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Para Wiler, a principal missão do AGIR é devolver credibilidade à política, aproximando os representantes da realidade vivida pelos cidadãos e defendendo pautas ligadas à família, à liberdade, ao empreendedorismo, ao respeito às leis e à boa gestão dos recursos públicos.

Durante a entrevista, o candidato também fez uma diferenciação entre o que chamou de “verdadeira direita” e grupos que, segundo ele, apenas utilizaram o movimento conservador como estratégia eleitoral.

“O crescimento da direita abriu espaço para muitas pessoas que passaram a vestir essa bandeira apenas durante as campanhas. Usaram símbolos e discursos para conquistar votos, mas depois de eleitos deixaram de representar aquilo que prometeram. O AGIR foi construído justamente por pessoas que permaneceram fiéis aos seus princípios”, declarou.

Wiler afirmou que muitos integrantes da legenda participaram da construção do movimento conservador em Mato Grosso antes mesmo de ele ganhar força nacional. Segundo ele, diversas lideranças acabaram ficando à margem dos grandes partidos, mas decidiram unir forças para criar uma legenda que representasse, de fato, os eleitores identificados com a direita.

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“O nosso compromisso é com as pessoas e não com projetos pessoais de poder. Quem está no AGIR acredita que fazer política é servir, ouvir a população e defender aquilo que prometeu durante a campanha. Não queremos iludir ninguém, queremos representar quem acredita em trabalho, honestidade e responsabilidade”, ressaltou.

Na avaliação de Wiler Vitório, o fortalecimento do AGIR nas eleições de 2026 representa uma oportunidade para renovar os quadros políticos de Mato Grosso e ampliar a presença de representantes comprometidos com os valores conservadores.

“O eleitor está mais atento. As pessoas querem coerência entre discurso e prática. É esse sentimento de mudança que fortalece o AGIR e nos motiva a construir um projeto político sério, transparente e conectado com a realidade da população”, concluiu.

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