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Dr. Eugênio destaca a pavimentação da MT-431 e avanço histórico no Norte-Araguaia

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Após intensa articulação do deputado Dr. Eugênio (Republicanos), o Governo de Mato Grosso autorizou a pavimentação de 40 km da MT-431, entre os municípios de Vila Rica (MT), Santa Terezinha (MT) e Santa Cruz do Xingu (MT). O convênio que garante o início das obras foi assinado neste sábado (25) e o momento consolida uma importante conquista para a logística rodoviária do Norte-Araguaia.

A MT-431 conecta comunidades rurais, vilas e núcleos urbanos, ligando regiões produtivas às principais rotas rodoviárias do Araguaia. O trecho em obras compreende 40 km – sendo 20 km no sentido Vila Rica a Santa Terezinha, até o Projeto Beleza Cantagalo, e 20 km no sentido Vila Rica a Santa Cruz do Xingu, até o Caxangá.

Com a pavimentação, produtores agropecuários terão mais facilidade para escoar a produção, evitando transtornos e otimizando os ganhos econômicos. Além disso, as comunidades locais serão diretamente beneficiadas, com uma logística mais segura para o transporte escolar e mais mobilidade aos condutores que trafegam pela região.

As obras representam um investimento de R$ 61,6 milhões, aplicado através de um convênio entre Vila Rica e o Governo do Estado. O deputado Dr. Eugênio foi um dos articuladores políticos para a conquista da pavimentação da rodovia. Juntamente com o deputado federal Fabio Garcia (União), ele intermediou o contato das lideranças locais com o Governo e cobrou insistentemente as autoridades estaduais por mais investimentos em infraestrutura na região.

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“Nós abrimos mão de muita coisa na vida para podermos representar o Araguaia. Mas é prazeroso quando vem os resultados. E a assinatura da ordem de serviço para as obras dessa rodovia é um dos resultados que fazem todo esse trabalho valer a pena”, disse Dr. Eugênio, durante solenidade de lançamento das obras, na comunidade São Sebastião, em Vila Rica.

O parlamentar também destacou que a pavimentação da MT-431 representa avanços na infraestrutura, na produção agropecuária e na área social da região.

“Nós temos defendido incansavelmente os investimentos em infraestrutura no Vale do Araguaia, que hoje é uma das principais áreas de interesse do agronegócio mato-grossense. O asfalto traz condições para o desenvolvimento, além de melhorar a logística da região, dar acesso a comunidades isoladas e contribuir com uma vida mais digna aos moradores que trafegam por aqui”.

Segundo o prefeito do município, João da Pá (PL), a pavimentação da rodovia é uma conquista histórica. “Nós resolvemos fazer um grande evento, com as autoridades locais e estaduais, aberto à comunidade, para que todos possam participar desse dia histórico e comemorar a concretização dessa importante obra”.

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Para o prefeito de Santa Terezinha, Thiago Engenheiro (PSB), as lideranças políticas da região devem continuar trabalhando juntas por mais investimentos em infraestrutura no Norte-Araguaia.

“Esse trecho é o início e o trabalho não vai parar. Com fé em Deus, daqui há alguns anos Vila Rica e Santa Terezinha vão estar ligadas pela MT-431 totalmente pavimentada. É para isso que nós vamos trabalhar”.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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