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Deputado Elizeu Nascimento representará a ALMT em congresso internacional sobre segurança de fronteiras

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Foto: ELIEL TENÓRIO PEREIRA/ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado Elizeu Nascimento (Novo) representará a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) no 2º Congresso Internacional de Segurança de Fronteiras das Assembleias Legislativas (Cisfal). O encontro acontece nos dias 14 e 15 de maio, em Porto Velho (RO).

Presidente da Comissão de Segurança Pública da ALMT e ligado às pautas da área, o parlamentar participará do encontro que reunirá autoridades e especialistas para discutir ações de enfrentamento ao crime organizado nas regiões de fronteira do país.

O congresso foi criado a partir de uma articulação entre Elizeu Nascimento e o deputado de Rondônia Eyder Brasil (PL). A proposta surgiu diante do avanço de crimes como tráfico de drogas, tráfico humano, contrabando e outras práticas ligadas às organizações criminosas que atuam nas divisas brasileiras.

A primeira edição do CISFAL aconteceu em 2025, em Cuiabá, reunindo parlamentares, representantes das forças de segurança e especialistas de diferentes estados. Agora, a segunda edição ampliará o debate com a participação de deputados estaduais e federais, senadores, autoridades da segurança pública e representantes internacionais.

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Segundo Elizeu, o objetivo é fortalecer a integração entre os estados e ampliar as discussões sobre políticas públicas voltadas à segurança nas regiões de fronteira.

“Hoje, a segurança de fronteira deixou de ser um problema isolado de alguns estados. É uma questão nacional, que exige integração entre as forças de segurança, investimento em inteligência e atuação conjunta no combate ao crime organizado”, afirmou o deputado.

O encontro deverá reunir representantes de diferentes regiões do país em debates sobre fiscalização de fronteiras, cooperação interestadual e ações de enfrentamento às organizações criminosas que atuam na faixa de fronteira brasileira.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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