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Articulação garante veículos para agricultura familiar em VG e Nossa Senhora do Livramento

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Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

A fim de melhorar a qualidade dos trabalhos realizados na área rural de Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento, duas picapes zero km foram entregues às prefeituras municipais pelas mãos do deputado estadual Eduardo Botelho (União), na tarde de quinta-feira (28), na sede da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Os veículos foram entregues pelo governo após articulação do parlamentar, junto à Seaf. Foram investidos cerca de R$ 300 mil.

Este ato fomenta as ações voltadas às famílias que vivem no e do campo, já que em Nossa Senhora do Livramento, por exemplo, são 96 famílias existentes em comunidades rurais.

De acordo com o deputado Botelho (União), esses veículos somam-se a outros equipamentos que vem sendo disponibilizados aos pequenos produtores de Mato Grosso.

“Estamos sempre fazendo entregas de picapes, maquinários, tratores, mudas, calcário, enfim, são muitas ações durante o ano. Já entregamos alguns veículos em 2025 e, até final do ano, mais equipamentos chegarão aos pequenos produtores. São indicações de minha autoria, por meio do governador Mauro Mendes, do vice-governador Otaviano Pivetta e da SEAF, todos grandes parceiros”, ressaltou.

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A secretária de Agricultura Familiar do Estado, Andreia Fujioka, reforçou a parceria existente com a Assembleia Legislativa, por meio do deputado Botelho. “Juntos podemos promover muitos avanços para às famílias que vivem da agricultura familiar”, destacou.

De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande, Ricardo Costa Amorim, o veículo chegou em ótima hora. “Vai facilitar e muito, promover as capacitações, visitas nas comunidades, será muito bem utilizado pela prefeitura de Várzea Grande, por meio de nossa secretari”, enfatizou.

“Esse veículo vai atender de modo geral às famílias de agricultores da nossa região”, disse o secretário municipal de Desenvolvimento Rural, Luciênio Batista Branco.

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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