Política MT

Professor Sivirino articula R$ 10 milhões para investimentos em turismo e educação em Barra do Garças

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O deputado Professor Sivirino (PSD) articulou a destinação de R$ 10 milhões para o município de Barra do Garças. Os recursos contemplam investimentos nas áreas de turismo e educação e foram viabilizados junto ao senador Carlos Fávaro (PSD), durante agenda em Brasília, realizada na quinta-feira (30).

Do total assegurado, R$ 7,5 milhões serão destinados à construção de um Complexo Turístico e Esportivo, com foco na urbanização do Lago Municipal Jardim Toledo. A proposta visa impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável, fomentar o turismo regional e ampliar as opções de lazer e prática esportiva para a população.

O recurso será liberado em duas etapas. A primeira, no valor de R$ 3,8 milhões, será repassada por meio do Ministério do Turismo. A segunda parcela está prevista para o segundo semestre deste ano.

“Nosso município possui um grande potencial turístico, sendo referência regional por suas belezas naturais e localização estratégica, o que reforça a relevância desse investimento para o desenvolvimento econômico, geração de emprego e fortalecimento do turismo sustentável”, destacou Sivirino.

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Na área da educação, R$ 2,5 milhões serão aplicados na infraestrutura de duas unidades da rede municipal: os Centros Municipais de Educação Básica Padre Sebastião Teixeira, no bairro Vila Maria, e Moreira Cabral, no bairro Anchieta.

“A educação de qualidade passa por instalações físicas adequadas, que atendam às normas de acessibilidade e ofereçam conforto térmico aos nossos estudantes”, pontuou o parlamentar.

O encontro contou ainda com a presença da vereadora Professora Maria Silvania (MDB), do secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Thiago Marcelo Silva Barbosa, e do assessor especial da Presidência da República, Valtenir Pereira (PSD).

O senador Carlos Fávaro reforçou o compromisso com o município e destacou a importância dos investimentos estruturantes.

“Barra do Garças tem um papel estratégico na região e merece investimentos que fortaleçam sua economia e qualidade de vida. Estamos trabalhando de forma integrada para garantir que esses recursos cheguem e se transformem em benefícios concretos para a população”, afirmou o senador.

Fonte: ALMT – MT

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Política MT

Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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