Mato Grosso

Polícia Militar detém dupla por tráfico, apreende maconha e pasta base de cocaína em Lucas do Rio Verde

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Policiais militares do 13º Batalhão apreenderam, nesta quarta-feira (11.11), 15 porções de maconha, dois cigarros da mesma substância e quatro porções de pasta base de cocaína, durante abordagem a uma residência no município de Lucas do Rio Verde (333 km de Cuiabá). Na ação, dois homens foram detidos em flagrante suspeitos por tráfico ilícito de drogas.

Os policiais militares da Companhia Raio avistaram um homem saindo de uma casa, localizada na Rua Alexia Caroline, em atitude suspeita. Ele tentou fugir indo em direção contrária das equipes, mas acabou sendo detido. Os militares identificaram que se tratava de um adolescente, de 16 anos.

Durante abordagem, o menor foi flagrado com uma pedra de pasta base de cocaína. Ao ser questionado sobre a origem do entorpecente, ele confessou que adquiriu o ilícito no local em que foi flagrado. A residência é de propriedade de um homem de 21 anos.

Os policiais militares retornaram até o imóvel e encontraram o segundo suspeito tentado se esconder dos militares. Ele ainda foi visto arremessando uma bolsinha pelo outro lado do muro da casa. As equipes localizaram mais novas porções de pasta base.

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Em busca no imóvel, os policiais encontraram outras porções de maconha. O menor relatou também que foi chamado pelo suspeito para que vendesse drogas pelo bairro. Os dois foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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