A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (29.10), um homem, de 25 anos, suspeito de pular o muro da casa de uma idosa, de 61 anos, e furtar um celular, uma bicicleta rosa, avaliada em R$ 800, e R$ 300 em espécie.
O muro da casa da vítima é alto e possui cacos de vidros, porém, não impediram a invasão do suspeito, que utilizou uma escada e tapetes para não se ferir.
Após receber a denúncia do caso, a equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) iniciou buscas pelo suspeito, que foi localizado com a bicicleta da vítima e com as mesmas roupas que utilizava na hora do furto (identificadas por imagens de câmeras de segurança).
Ele foi encontrado a caminho de um lugar conhecido por ser utilizado por usuários para o consumo de drogas. Questionado, o suspeito afirmou aos policiais civis que havia trocado o celular da vítima por entorpecentes, assim como o dinheiro furtado, mas se recusou a entregar o endereço do ponto de venda.
O suspeito já tem outras passagens criminais por furto, inclusive, foi preso no dia 15 de março deste ano por furto qualificado e havia sido colocado em liberdade no dia 17 deste mês.
O preso foi encaminhado para a Derf-VG, onde foi autuado em flagrante por furto.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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