Mato Grosso

Câmeras do Vigia Mais MT ajudam a recuperar carro roubado em Várzea Grande

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Um veículo roubado no estado de São Paulo foi recuperado nesta terça-feira (15.4), na região do Cristo Rei, em Várzea Grande, com auxílio das câmeras do Programa Vigia Mais MT.

O carro, um Volkswagen Polo branco, foi identificado por operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), que receberam um alerta automático ao detectar o veículo circulando pelo bairro Jardim Maringá.

Com o alerta, militares do 25º Batalhão da Polícia Militar foram acionados para iniciar diligências e localizaram o carro na Travessa Barnabé de Mesquita. Após checagem, foi confirmada a queixa de roubo registrada em São Paulo.

O suspeito que estava conduzindo o veículo foi detido e encaminhado à Delegacia de Roubos e Furtos. Ele deve responder por crime receptação.

Vigia Mais MT

O programa foi desenvolvido com o objetivo de integrar a tecnologia às ações de segurança pública, prevendo inicialmente a distribuição de 15 mil câmeras aos 142 municípios de Mato Grosso, além de disponibilizá-las para outros entes públicos e privados interessados em se tornar parceiros do Estado no monitoramento de ruas, avenidas, praças e demais espaços de uso coletivo.

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Com a ampliação do projeto para contemplar também escolas e secretarias, como a Seduc, que adquiriu e instalou 5.500 câmeras nas escolas da rede estadual, o número de equipamentos superou a marca de 20 mil unidades.

As imagens captadas são transmitidas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), considerado o “cérebro” do programa. A definição da quantidade de câmeras por município leva em conta fatores como população, renda per capita e índices de criminalidade. Já os locais de instalação são escolhidos com base em estudos e análises de dados criminais, além de planos de ação estratégica elaborados pelos órgãos de segurança pública, como a Polícia Militar, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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