Mato Grosso

Escolas públicas e privadas de Mato Grosso têm novo prazo para corrigir dados do Censo Escolar 2026

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As escolas públicas e privadas de Mato Grosso já podem retificar os dados referentes ao rendimento escolar e à movimentação dos estudantes no sistema do Censo Escolar. A atualização das informações ocorre por meio do Educacenso, ferramenta oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O período de retificação, previsto inicialmente para encerrar no dia 14 de abril de 2026, foi prorrogado e seguirá até o dia 20 de abril de 2026. A ampliação do prazo garante mais tempo para que os gestores escolares e equipes técnicas realizem a conferência detalhada das informações e façam eventuais correções.

De acordo com o coordenador estadual do Censo Escolar em Mato Grosso, Rodrigo Jacob, a etapa é fundamental para assegurar a qualidade dos dados. “Esse é um momento decisivo para que as escolas revisem todas as informações lançadas, corrijam inconsistências e garantam que os dados reflitam a realidade dos estudantes. A precisão dessas informações impacta diretamente o planejamento educacional”, destacou.

A chamada “situação do aluno” reúne dados como aprovação, reprovação, abandono, transferências e demais movimentações escolares. Essas informações são essenciais para a consolidação das estatísticas educacionais do país e servem de base para a formulação de políticas públicas.

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Além disso, os dados declarados no sistema têm impacto direto na distribuição de recursos financeiros para a educação, reforçando a importância de que sejam preenchidos com exatidão e no prazo estabelecido.

Por fim, Rodrigo lembra que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) reforça o compromisso das unidades escolares com o processo e orienta que todas as instituições realizem a conferência minuciosa dos dados. “A medida é considerada estratégica para fortalecer a gestão educacional e garantir maior eficiência nas ações voltadas ao ensino no estado”, conclui.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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