Mato Grosso

Bazar Vem Ser Mais Solidário vende mais de 20 mil itens em três dias

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Mais de 20 mil peças foram vendidas durante os três dias do Bazar Vem Ser Mais Solidário, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). Com preços acessíveis e grande participação popular, o evento teve toda a renda revertida para fortalecer a Patrulha Maria da Penha, que atua na proteção de mulheres vítimas de violência. O valor total arrecadado está sendo contabilizado e será divulgado nos próximos dias.

A iniciativa, que disponibilizou roupas femininas, masculinas, infantis, calçados, bolsas e acessórios com valores a partir de R$ 30, atraiu grande público ao Palácio Paiaguás. Toda a renda arrecadada será destinada ao fortalecimento da Patrulha Maria da Penha, programa da Secretaria de Segurança Pública voltado à proteção de mulheres vítimas de violência doméstica.

A primeira-dama Virginia Mendes agradeceu o apoio da população e destacou o trabalho conjunto que tornou o projeto possível.

“Como eu sempre digo, ninguém faz nada sozinho. Por isso, quero agradecer imensamente às equipes da Setasc e da Unaf pelo apoio e pela realização desse projeto incrível, com itens de ótima qualidade. Também agradeço, de coração, a cada pessoa que passou pelo bazar e contribuiu com suas compras, vocês fizeram toda a diferença. A renda arrecadada vai fortalecer o combate à violência contra a mulher, especialmente neste mês tão importante, o Agosto Lilás”, afirmou Virginia Mendes.

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Foto: Junior Silgueiro

O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Haagsma, também agradeceu a adesão da população e destacou o comprometimento da primeira-dama com pautas sociais.

“A sensibilidade e o olhar atento da primeira-dama Virginia Mendes fazem toda a diferença. Ela tem liderado ações concretas que mudam vidas. O sucesso do bazar é mais uma prova disso, e somos muito gratos por essa parceria em prol do bem comum”, disse Klebson.

Foto: Junior Silgueiro

Responsável pela execução do projeto, o secretário adjunto de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, Emerson Toledo Santana, reforçou a importância do evento como instrumento de transformação social.

“A confiança depositada no trabalho da nossa equipe nos motiva a continuar promovendo ações com impacto direto na vida das pessoas. O Bazar Vem Ser Mais Solidário vai além da venda de produtos: ele fortalece o cunho social do Governo do Estado e contribui para uma sociedade mais justa e segura”, ressaltou Emerson Toledo.

Foto: Junior Silgueiro

O secretário Klebson comentou que a edição 2025 do Bazar Vem Ser Mais Solidário representou mais do que um evento beneficente, foi a demonstração concreta do compromisso da gestão estadual com a defesa dos direitos das mulheres, o enfrentamento à violência doméstica e o fortalecimento da cidadania.

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“Ao unir solidariedade, engajamento social e políticas públicas efetivas, a ação contribui diretamente para transformar realidades e ampliar a rede de proteção às mulheres em Mato Grosso”, destacou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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