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USFs estarão fechadas por até 30 minutos na quinta e sexta-fe…

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A cor e o mês têm uma missão especial: alertar as famílias e toda sociedade sobre o crescente número de partos prematuros, como preveni-los e informar a respeito das consequências do nascimento antecipado para o bebê. 17 de novembro é o dia mundial dessa luta.

E em Sorriso o trabalho para evitar partos prematuros é contínuo, por isso mesmo as unidades terão esse momento especial de conversa que será conduzido pelos profissionais do Hospital Regional de Sorriso, unidade de referência do Sistema Único de Saúde (SUS)  para o Município e região quando o assunto é bebê prematuro.

Confira a programação e veja em que momento a sua unidade de referência estará fechada:

Dia 03 de novembro, quinta-feira, no período matutino:

USF Integração 10h às 10h20
USF Ana Néri 10h40 às 11h
USF Mário Raiter 10h às 10h20
USF Nova Aliança 10h40 às 11h
USF São Domingos 10h às 10h20
USF Vila Bela 10h40 às 11h
USF São Mateus 10h às 10h20
USF Novos Campos 10h40 às 11h
USF Fraternidade 10h às 10h20
USF Benjamim Raiser 10h40 às 11h
USF Bom Jesus 10h às 10h20
USF Centro Sul 10h40 às 11h
USF Centro Norte 10h às 10h20
Área Descoberta 10h40 às 11h
USF PACS União 10h às 10h20
USF Jardim Carolina 10h40 às 11h
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Dia 03 de novembro, quinta-feira, no período vespertino:

USF Primavera 16h às 16h20
USF Bela Vista 16h40 às 17h
USF Europa 16h às 16h20
USF Jardim Itália 16h40 às 17h
USF Jardim Amazônia 16h às 16h20
USF Rota do Sol 16h40 às 17h
USF Anézia Biazin 16h40 às 17h

E na sexta-feira, 04 de novembro, a roda de conversa será on-line. Confira locais e horários:

USF Distrito de Boa Esperança 10h às 10h30
USF Distrito de Primavera 10h às 10h30
USF Jonas Pinheiro 11h às 11h30
USF Caravágio 11h às 11h30

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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