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Emendas garantirão compra do terreno para aterro sanitário e para a casa de acolhimento do Norte Araguaia

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O deputado Dr. Eugênio de Paiva (PSB) destinou duas emendas para a região norte do Araguaia, no valor de R$ 1 milhão cada, no total de R$ 2 milhões, para a compra do terreno para o aterro sanitário e para a casa de acolhimento de saúde dos pacientes do Hospital Regional do Norte Araguaia, em construção no município de Confresa.

“Primeiro, vamos precisar fazer o aterro sanitário para atender a região. Estou destinando R$ 1 milhão de reais para ajudar a comprar o terreno para esse aterro”, informou o deputado.

“A segunda boa novidade é que nós vamos construir uma casa de acolhimento em Confresa para os pacientes da saúde. Está destinando mais R$ 1 milhão para a obra dessa casa de acolhimento”, completou, durante reunião no município de Confresa, na quinta-feira (4).

Dr. Eugênio explicou que o Hospital Regional do Norte Araguaia vai criar muitas demandas de atendimento para pacientes da cidade e dos municípios vizinhos.

A reunião contou contou com a presença d prefeito de Confresa, Ricardo Babinski, e os demais gestores do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Saúde do Norte Araguaia (CIDESA Norte Araguaia), composto pelos municípios de Canabrava do Norte, São José do Xingu, Vila Rica, Santa Terezinha, Santa Cruz do Xingu e Porto Alegre do Norte.

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Fonte: ALMT – MT

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Galvan questiona diferenciação de penas para feminicídio e defende combate às causas da violência

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O candidato ao Senado por Mato Grosso Antônio Galvan (Avante) abriu um debate sobre a legislação de combate ao feminicídio ao questionar a diferenciação das penas aplicadas quando a vítima é mulher. Durante entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa, o produtor rural afirmou defender que crimes sejam punidos de acordo com sua gravidade, independentemente do sexo da vítima.

Galvan criticou o endurecimento das penas para o feminicídio e afirmou que o aumento do tempo de prisão, por si só, não seria suficiente para impedir novos crimes. Para o candidato, o enfrentamento da violência precisa começar antes que os conflitos cheguem a situações extremas.

“A morte de uma mulher não é diferente da morte de um homem. Nós somos seres humanos”, declarou.

O candidato também questionou a eficácia de penas mais severas. Segundo ele, mesmo a adoção de punições extremamente longas não impediria necessariamente a ocorrência de crimes motivados por conflitos pessoais.

“Você pode botar 100 anos de pena para o cara, pode botar prisão perpétua”, afirmou Galvan, ao defender que as políticas públicas sejam direcionadas às causas que levam à violência.

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Durante a entrevista, o candidato relacionou o aumento dos conflitos familiares a fatores como dificuldades financeiras e problemas dentro dos lares. Na avaliação dele, a pressão provocada pelas despesas e pelo desgaste cotidiano pode agravar situações de conflito entre casais.

A declaração ocorre em um momento de atenção à violência contra a mulher em Mato Grosso. Dados citados na reportagem apontam registros de feminicídios no Estado ao longo de 2026, com junho aparecendo como o mês com maior número de ocorrências no levantamento mencionado.

Galvan também foi questionado sobre um caso recente de tentativa de feminicídio em Nova Mutum, no qual uma mulher foi atacada a facadas pelo ex-companheiro. Ao responder sobre o episódio, o candidato voltou a defender que o debate público precisa ir além da punição posterior ao crime.

A legislação brasileira passou a estabelecer o feminicídio como crime autônomo, com penas mais severas, por meio da Lei nº 14.994/2024. A discussão levantada por Galvan coloca em lados opostos duas estratégias: o endurecimento das punições e a adoção de políticas preventivas voltadas à redução da violência antes que ela resulte em mortes.

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Para além da disputa eleitoral, a declaração deve alimentar o debate sobre segurança pública, proteção às mulheres e os mecanismos capazes de prevenir situações de violência doméstica e familiar.

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