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Especialista climático elogia ações que MT levará à COP 27: “O Estado é modelo de proteção florestal”

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O presidente do Center for Climate and Energy Solutions (C2ES) e renomado especialista climático global, Nat Keohane, elogiou as ações realizadas em Mato Grosso no âmbito do desenvolvimento sustentável e afirmou que o Estado é hoje um “modelo de desenvolvimento econômico e proteção florestal”.

Este modelo de proteção ambiental aliada à produção, com metas ousadas de redução de carbono, será apresentado pelo governador Mauro Mendes na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022 (COP-27), que ocorrerá em Sharm El-Sheikh, no Egito, nas próximas semanas.

Nat Keohane usou Mato Grosso como exemplo de políticas ambientais que visam a preservação das florestas tropicais, durante palestra na plataforma TED (Technology, Entertainment and Design), que está disponível no Youtube.

“Mato Grosso é um estado brasileiro que é tão grande quanto o Texas e um pedaço da Califórnia juntos, e um dos maiores produtores mundiais de carne bovina e soja. Mato Grosso é hoje um modelo de desenvolvimento econômico e proteção florestal”, disse ele.

PHD em Harvard, economista e assistente especial para Energia e Meio Ambiente na Casa Branca no Governo Obama, Keohane mencionou que Mato Grosso, há algumas décadas, era um dos maiores poluidores de carbono do mundo e conseguiu reverter o jogo, reduzindo em 85% o desmatamento ilegal.

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“Mato Grosso não reduziu as emissões paralisando a agricultura. Em vez disso intensificou a fiscalização contra grileiros ilegais, empoderou comunidades locais e populações indígenas para proteger seus territórios. Trabalhou com produtores e comerciantes agrícolas em toda a cadeia de suprimentos para investir em métodos de produção novos e mais sustentáveis. Esses esforços foram apoiados por uma ampla gama de ONGs, empresas e organizações indígenas”, disse.

Conforme o especialista, essa política foi reforçada durante a gestão do governador Mauro Mendes, que “imediatamente afirmou seu compromisso com a redução do desmatamento”.

“Porque ele [governador] viu como essas novas políticas estavam atraindo novos investimentos e lançando as bases para o crescimento sustentável. Se quisermos evitar a catástrofe climática, o mundo precisa de muito mais Mato Grossos”, relatou.

Para Keohane, a política florestal praticada no Estado é um “sucesso total” e é possível ser implementada em outras regiões do mundo, uma vez que Mato Grosso continuou expandindo sua produção ao mesmo tempo em que reduziu o desmatamento ilegal.

“Em Mato Grosso, a produção de soja mais que dobrou e o gado aumentou em mais de um quarto, mesmo com a queda do desmatamento”, pontuou.

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Confira a palestra AQUI.

COP 27

Juntamente com outros representantes do Estado e do setor produtivo e ambiental de Mato Grosso, o governador Mauro Mendes participará da COP-27, com a missão de fortalecer a imagem de Mato Grosso como a região do planeta que mais produz com preservação.

Atualmente, Mato Grosso mantém 62% de seu território inteiramente preservado, mesmo sendo o principal produtor de commodities do país. Os principais estados produtores dos outros países líderes em produção não preservam nem 1/3 disso.

O Estado é líder na produção de soja, milho, algodão e biodiesel e carne bovina. Possui meta ousada para neutralizar as emissões de carbono até 2035, 15 anos antes da perspectiva global, por meio de um plano de ação colocado em campo desde 2019, via programa Carbono Neutro MT.

Mesmo com o aumento da produção, Mato Grosso tem reduzido substancialmente o desmatamento. Somente no bioma amazônico, o desmatamento foi reduzido em 85% nos últimos 20 anos.

De janeiro a setembro deste ano, conforme os dados do INPE, a queda total no desmatamento em todo o estado foi de 47%, se comparado com o mesmo período de 2021.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros divulga resultado da análise de títulos de seletivo para brigadistas temporários

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) divulgou, na noite desta terça-feira (23.6), o resultado das inscrições e da análise de títulos do processo seletivo simplificado para contratação de brigadistas temporários. Ao todo, são ofertadas 150 vagas distribuídas em 29 municípios mato-grossenses. Os profissionais irão reforçar as ações de prevenção e combate aos incêndios florestais durante o período de estiagem. O resultado está disponível no site da corporação. Veja aqui.

A publicação divulga a lista de inscrições deferidas e a pontuação obtida por cada candidato na fase de avaliação curricular. Nessa etapa, foram considerados critérios como experiência profissional na área, cursos de formação de brigadista e posse de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E.

Após essa fase, será publicada a convocação para o Teste de Aptidão Física (TAF), que consistirá em uma caminhada de 2,4 quilômetros com o transporte de uma bomba costal de combate a incêndios, com peso de até 24 quilos quando abastecida. A classificação final será definida pela soma das notas obtidas na avaliação curricular e no TAF, sendo esta última etapa de caráter eliminatório e com peso dois.

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Uma vez aprovados e convocados, os contratados participarão de um curso de capacitação de brigadistas antes de iniciarem as atividades nos municípios para os quais forem designados pela corporação. As 150 vagas estão distribuídas entre os municípios de Cuiabá, Poconé, Gaúcha do Norte, Alto Paraguai, Feliz Natal, Nova Maringá, Nova Ubiratã, União do Sul, Cláudia, Barra do Garças, Confresa, Nova Xavantina, Água Boa, Canarana, Querência, Cáceres, Mirassol d’Oeste, Pontes e Lacerda, Vila Bela da Santíssima Trindade, Comodoro, Aripuanã, Colniza, Juara, Castanheira, Tangará da Serra, Brasnorte, Alta Floresta, Colíder e Guarantã do Norte.

Entre as atribuições dos brigadistas estão o apoio às operações de combate a incêndios florestais, a abertura e manutenção de aceiros, estradas e caminhos utilizados pelas equipes, a realização de rondas em áreas rurais e a conservação de equipamentos e ferramentas empregados nas ações. A jornada de trabalho será em regime de escala de 12 horas de serviço por 36 horas de descanso. Os contratos terão duração de quatro meses, e a remuneração será de R$ 2,6 mil, acrescida dos valores proporcionais referentes ao terço constitucional de férias e ao 13º salário.

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Fonte: Governo MT – MT

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