POLÍTICA NACIONAL

Imunidade não é impunidade, afirma Augusta Brito

Publicado em

A senadora Augusta Brito (PT-CE) elogiou as manifestações populares ocorridas em diversas cidades brasileiras no domingo (21). Os manifestantes protestaram contra a eventual anistia aos condenados por tentativa de golpe de estado e contra a PEC 3/2021, que amplia as prerrogativas de deputados e senadores em caso de julgamento.

— É preciso dizer que a chamada PEC da Blindagem [a PEC 3/2021] representa um grave retrocesso. (…) Não se pode confundir o instituto da imunidade parlamentar com a impunidade. A imunidade parlamentar é uma garantia que já existe em diferentes formatos nos países democráticos. É uma prerrogativa, não um privilégio — afirmou.

A senadora disse que as instituições públicas precisam de transparência e publicidade de seus atos para que haja efetivo controle social. Ela ressaltou que seu partido, o PT, é contra a aprovação da PEC 3/2021.

— Nossa bancada considera essa proposta um verdadeiro atentado contra os princípios republicanos consagrados pela Constituição Cidadã de 1988. O mandato não é salvo-conduto para a impunidade. Os representantes do povo jamais podem buscar refúgio em prerrogativas que os transformem em uma cesta de intocáveis. Nós parlamentares não somos diferentes de ninguém. Nós temos de ser julgados pelos atos e, se comprovados, também temos de ser punidos — disse.

Leia Também:  Senado vai homenagear pessoas com deficiência intelectual e múltipla

Ela também elogiou os senadores que já se manifestaram contráriamente à PEC, como o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), e o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da proposta na comissão, entre outros.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA NACIONAL

Lucas Barreto quer fim de reserva para permitir exploração mineral na Região Norte

Published

on

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (16), o senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu um projeto de lei de sua autoria, o PL 3.101/2022, que extingue a Reserva Nacional do Cobre e Associados – Renca, localizada entre os estados do Amapá e do Pará.

Segundo ele, a região concentra jazidas estratégicas de cobre, fósforo, titânio e terras raras, com potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico da região, gerar empregos e reduzir a dependência brasileira de insumos importados.

Lucas Barreto afirmou que o Brasil não pode ignorar riquezas minerais estimadas, de acordo com o senador, em mais de US$ 1 trilhão. Para ele, existe um “paradoxo amazônico”: apesar de concentrar grandes riquezas naturais e minerais, a região continua convivendo com pobreza e baixo desenvolvimento econômico devido às restrições ao aproveitamento desses recursos.

O senador também ressaltou que é necessário agregar valor à produção mineral por meio de investimentos em pesquisa. Ele reiterou que a exploração de recursos naturais deve estar associada à geração de emprego, renda e bem-estar social para a população amazônica.

Leia Também:  Pena maior para quem descumprir medida protetiva em favor de menor avança

— Não basta apenas extrair minério. É necessário investir em ciência, tecnologia e inovação para transformar essas riquezas em emprego, renda, desenvolvimento e bem-estar social.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA