Política MT

Mulher de direita, Samantha Iris defende penas mais duras e reforço da segurança em MT

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A candidata Samantha Iris reforçou seu posicionamento de direita ao defender o endurecimento das punições para crimes contra mulheres e o fortalecimento das forças de segurança em Mato Grosso. Em declaração durante atividade política, ela criticou parlamentares de esquerda e afirmou que, na avaliação dela, parte da classe política não apoia medidas que considera mais rígidas no combate à criminalidade.

Segundo Samantha, há uma contradição entre o discurso de proteção às mulheres e determinadas posições adotadas em votações no Congresso. Ela citou como exemplos propostas relacionadas ao aumento de penas para estupradores e à castração química de condenados por crimes sexuais.

“A gente vê isso muito na esquerda. Na hora de votar para aumentar a pena do estuprador, vai lá, não vota. Na hora de votar na castração química do estuprador, a esquerda vai lá e vota contra. Na hora de votar para proteger a mulher de fato, vai lá e vota contra”, afirmou.

Na sequência, a candidata também questionou a criação de novas legislações voltadas ao combate à misoginia. Para Samantha, muitos dos crimes relacionados à violência contra as mulheres já estão previstos na legislação penal e o principal desafio estaria na aplicação efetiva das punições.

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“São crimes que já estão previstos no Código Penal, que acabam não tendo ali a sua penalidade de forma eficaz”, declarou.

Segurança pública

Samantha também defendeu uma política de segurança pública baseada no fortalecimento das forças policiais e em maior presença do Estado no combate ao crime.

A candidata afirmou ser favorável ao fortalecimento da Polícia Militar em Mato Grosso e à ampliação da estrutura das forças de segurança. Ela também citou a defesa da família, da escola militar, do policiamento ostensivo e de ações voltadas à segurança pública.

“Eu sou a favor do fortalecimento da Polícia Militar no Estado de Mato Grosso, de todo tipo de força de segurança que a gente puder ter para combater o crime”, disse.

Ao finalizar a declaração, Samantha reforçou sua identidade política e sua intenção de representar mulheres jovens que se identificam com a direita.

“Eu sou a Samantha, a Samantha Iris, a Samantha do Mato Grosso inteiro. Estou aqui como uma mulher de direita, como uma mulher de 22 anos”, afirmou.

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A declaração ocorre em meio ao debate sobre segurança pública, proteção às mulheres e endurecimento das penas para crimes violentos, temas que devem ocupar espaço relevante na agenda eleitoral.

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Política MT

Botelho vê queda de Wellington nas pesquisas como “natural” e diz que eleição segue indefinida

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O deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) avaliou que a queda de Wellington Fagundes (PL) nas pesquisas de intenção de voto para o Governo de Mato Grosso é um movimento “natural” e afirmou que a disputa ainda está aberta. A declaração foi dada em entrevista ao MidiaNews nesta quinta-feira (27).

Segundo Botelho, a pré-campanha de Wellington foi prejudicada pela falta de estrutura política e pela dúvida sobre sua permanência na disputa.

“A eleição não está definida para lado nenhum, ainda vai ter muita coisa para rodar, muita discussão, e o que vamos ver mesmo vai ser daqui para frente. A queda do Wellington nas pesquisas era natural, porque ele não tinha grupo, não tinha estrutura e ‘venderam’ que ele não era candidato toda hora”, afirmou ao MidiaNews.

O parlamentar também avaliou que o cenário tende a mudar com o início de uma nova etapa da disputa, marcada por debates e maior exposição dos candidatos.

“O interesse do adversário é que tivesse um candidato só, então isso prejudicou, evidentemente. Agora, vamos ver daqui para frente, vai ter debate, vai ter essa oportunidade de cada um mostrar para a população e o povo decidir quem que eles vão votar”, acrescentou.

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Pesquisa

O levantamento mais recente do Paraná Pesquisas mostra Otaviano Pivetta (Republicanos) na liderança da corrida ao Governo, com 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes aparece com 35%.

Na pesquisa anterior, em um dos cenários apresentados, Wellington tinha 43% contra 28% de Pivetta, indicando uma mudança significativa no quadro eleitoral.

O levantamento mais recente ouviu 1.504 eleitores em 56 municípios de Mato Grosso, entre os dias 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número MT-02157/2026.

Botelho também defendeu que o apoio do senador Jayme Campos (União Brasil) pode contribuir para a candidatura de Wellington e classificou a adesão como “muito positiva”.

“Agrega. O senador Jayme Campos ajudou o Mauro também [em 2018], então como que um apoio desse não agrega? Agrega e muito”, declarou ao MidiaNews.

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