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Lula aparece com cinco dedos na mão esquerda em vídeo de campanha e Justiça Eleitoral cobra explicações

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Um vídeo divulgado nas redes sociais em apoio à reeleição do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), chamou atenção por um detalhe inusitado: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece acenando com cinco dedos na mão esquerda, embora tenha perdido o dedo mínimo da mão em um acidente de trabalho, em 1964.

A imagem rapidamente levantou questionamentos nas redes sociais e também chegou à Justiça Eleitoral. O Partido Liberal (PL) contestou o material e levantou a possibilidade de que tenha havido uso de inteligência artificial na produção ou manipulação da imagem sem a identificação exigida pela legislação eleitoral.

Inicialmente, o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) decidiu manter o vídeo no ar. Na ocasião, a Corte considerou que não havia elementos técnicos suficientes para confirmar que a imagem havia sido produzida ou alterada por inteligência artificial.

Após recurso, porém, os responsáveis pela publicação foram chamados a prestar esclarecimentos. A Justiça Eleitoral determinou que informassem se houve utilização de inteligência artificial e, caso a resposta fosse negativa, qual técnica teria sido utilizada para produzir as imagens.

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Até o momento, portanto, não há decisão da Justiça Eleitoral afirmando que o vídeo foi produzido ou manipulado por inteligência artificial.

O detalhe que provocou a controvérsia, entretanto, permanece visível no material publicado: Lula aparece com cinco dedos na mão esquerda, incluindo justamente o dedo mínimo que perdeu há mais de seis décadas.

O caso acrescenta um elemento inusitado à disputa eleitoral de 2026 e coloca novamente em discussão o uso de ferramentas digitais e os limites para produção e divulgação de conteúdos de campanha. A Justiça Eleitoral ainda deverá analisar as explicações apresentadas pelos responsáveis pelo vídeo.

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Política MT

Pivetta critica custo de rodovias federais e chama governo Lula de “governo do sobrepreço”

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) criticou o custo de obras de infraestrutura executadas pelo Governo Federal durante o evento “Agricultura em Pauta”, promovido pela Aprosoja-MT nesta quinta-feira (20). Diante de produtores rurais, Pivetta comparou os valores de pavimentação de rodovias em Mato Grosso com obras realizadas pela União e afirmou que o custo federal chega ao dobro.

Segundo o governador, Mato Grosso conseguiu pavimentar cerca de mil quilômetros de rodovias com custo médio de R$ 1,7 milhão por quilômetro. Em contrapartida, ele citou uma obra federal de nove quilômetros cujo valor, segundo os números apresentados durante o evento, chegou a R$ 3,4 milhões por quilômetro.

“O Governo Federal fez nove quilômetros, não sei a que custo, mas saiu por R$ 3,4 milhões o quilômetro. O dobro, exatamente, do nosso custo médio”, afirmou.

A comparação foi utilizada por Pivetta para defender o modelo de gestão adotado pelo Estado, especialmente na execução de obras de infraestrutura. O governador tem usado a política de investimentos, o equilíbrio fiscal e a capacidade de execução como alguns dos principais argumentos de sua gestão.

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Crítica direta ao governo Lula

Ao comentar a diferença nos valores apresentados, Pivetta direcionou a crítica ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Não podia ser diferente, esse é o governo do PT. É o governo do sobrepreço. Não é aqui em Mato Grosso”, declarou.

A fala ocorreu em um evento voltado ao setor produtivo, público tradicionalmente atento aos custos de logística e às condições das rodovias utilizadas para o escoamento da produção agrícola.

Pivetta também aproveitou o encontro para reforçar a defesa de uma gestão estadual baseada em obras e controle das despesas públicas. A comparação com os investimentos federais amplia o tom de confronto político entre o governador e o governo Lula em meio ao cenário eleitoral de 2026.

Os números apresentados por Pivetta durante o evento foram utilizados pelo governador para sustentar a tese de que Mato Grosso consegue executar obras de infraestrutura com menor custo por quilômetro do que a União.

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