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Inscrições para o cursinho pré Enem professora Vilma Moreira começam nesta segunda-feira (21)

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Começam nesta segunda-feira (21) as inscrições para a edição 2025 do cursinho preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) professora Vilma Moreira. A inciativa, viabilizada por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Silva (MDB), terá seis polos nas cidades de Rondonópolis, Pedra Preta e Poxoréu.

As inscrições podem ser feitas online, no site da Cáritas Diocesana de Rondonópolis (www.caritasrondonopolis.org.br) ou presencialmente, a partir de terça-feira (22), em cada um dos polos. As aulas começam no dia 28 de julho, nos turnos vespertino e noturno, conforme o polo escolhido. A lista completa com os locais e horários das aulas está disponível abaixo.

A iniciativa é fruto de emenda parlamentar do deputado estadual Thiago Silva, que tem priorizado ações voltadas à educação e ao acesso à universidade.

O objetivo do projeto é dar oportunidade para que jovens de baixa renda possam conquistar uma vaga em universidades públicas, com apoio de um cursinho gratuito e de qualidade. Além do Enem, os conteúdos também são voltados para quem vai prestar vestibulares em geral.

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“Sempre tive o sonho de viabilizar um cursinho comunitário, porque sei que muitas pessoas não têm condições de pagar até mil reais por mês para estudar e garantir uma boa pontuação. Quando eu era jovem, também não tive essa chance e hoje fico feliz em poder contribuir para que outros tenham. Que essas aulas possam ajudar muitos a realizarem o sonho de ingressar em uma universidade”, afirma o deputado Thiago Silva.

O nome do cursinho é uma homenagem à professora Vilma Moreira, ex-vereadora e ex-deputada estadual, que foi uma importante liderança comunitária em Rondonópolis.

Confira os polos e horários do Cursinho Professora Vilma Moreira – Edição 2025:

RONDONÓPOLIS

Escola Estadual Daniel Martins de Moura

• Período vespertino: 13h às 17h

Escola Estadual Professora Elizabeth de Freitas Magalhães

Escola Estadual Professor Domingos Aparecido dos Santos

Escola Estadual Francisca Barros de Carvalho

• Período noturno: 18h às 21h

POXORÉU

Escola Estadual Juracy Macêdo

• Período noturno: 18h às 21h

PEDRA PRETA

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Escola Estadual de Tempo Integral 13 de Maio

• Período noturno: 18h às 21h

Fonte: ALMT – MT

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Pivetta endurece discurso contra Wellington e promete levar disputa sobre emendas para campanha

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição ao Governo de Mato Grosso, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), principal adversário na corrida ao Palácio Paiaguás. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), Pivetta rebateu críticas do senador, questionou sua trajetória política e afirmou que pretende transformar a discussão sobre emendas parlamentares em um dos principais temas da campanha.

A declaração representa uma mudança no discurso do governador, que vinha adotando uma postura mais moderada em relação aos adversários. O acirramento ocorre em meio à aproximação entre Wellington e lideranças que se afastaram do grupo governista, entre elas o senador Jayme Campos (União Brasil).

Ao responder sobre uma comparação feita entre as trajetórias dos dois candidatos, Pivetta afirmou que possui uma trajetória ligada à iniciativa privada e à administração pública, enquanto Wellington teria construído sua carreira predominantemente no Legislativo.

“Ele precisa comparar a trajetória dele com a minha. A minha é a trajetória de um trabalhador que começou aos 15 anos, produziu, gerou resultados e entrou para a política com a vida feita para servir ao povo”, afirmou.

Na sequência, o governador fez críticas à atuação política do senador e disse que Wellington teria concentrado sua carreira na política e na negociação de recursos por meio de emendas parlamentares.

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“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”, declarou.

Pivetta questiona destino de emendas

Durante a entrevista, Pivetta afirmou que Wellington teria destinado mais de R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares nos últimos 12 anos e questionou onde os recursos teriam sido aplicados.

“Ele está há dez mandatos no Congresso. Só nos últimos 12 anos em que é senador, distribuiu mais de R$ 1,5 bilhão em emendas. Procurem saber onde estão as emendas dele”, disse.

O governador comparou o valor mencionado ao custo de grandes obras de infraestrutura hospitalar e afirmou que o montante seria suficiente para construir quatro unidades semelhantes ao Hospital Central de Mato Grosso.

“Um bilhão e meio daria para fazer quatro hospitais centrais como esse que está sendo inaugurado. Tem algum hospital que ele fez?”, questionou.

Pivetta também afirmou que pretende explorar o assunto durante a campanha e prometeu apresentar informações sobre a destinação das emendas parlamentares.

“Durante a campanha, nós vamos mostrar muita coisa sobre emenda”, afirmou.

Críticas à trajetória política

O governador ainda questionou a atuação de Wellington no Congresso Nacional e afirmou que o senador não teria apresentado, ao longo da carreira, uma legislação de grande impacto para a sociedade brasileira.

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“Eu não vou suportar uma comparação com alguém que nunca trabalhou no Executivo, só no Legislativo, e não tem uma lei sequer na história dele que tenha sido importante para a sociedade brasileira”, declarou.

Pivetta também fez referência à passagem de Wellington por governos federais do PT e citou as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

“Lula 1, Lula 2, Dilma 1 e Dilma 2. Ele mandava em todas as emendas, mandava em todas as áreas”, afirmou.

As declarações sobre corrupção, negociação de emendas e atuação de Wellington em governos anteriores foram feitas por Pivetta durante a entrevista e, no material apresentado, não foram acompanhadas de documentos que comprovem irregularidades. A reportagem deverá ouvir Wellington Fagundes para que apresente sua versão sobre as acusações.

O confronto entre os dois candidatos sinaliza uma mudança no ambiente da disputa pelo Governo de Mato Grosso. Com a aproximação do período de campanha, críticas relacionadas à experiência administrativa, uso de recursos públicos e atuação parlamentar tendem a ganhar espaço no debate eleitoral.

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