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Encontro estratégico consolida protagonismo feminino para as eleições regionais

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Neste sábado, dia 1º de agosto, foi realizado mais um encontro de lideranças do movimento Mulheres pelo Novo, um marco para consolidar o secretariado do partido como um espaço estratégico de articulação política. O evento teve como principal objetivo destacar e fortalecer a liderança feminina tanto na construção contínua da legenda quanto na preparação para as próximas eleições regionais.

A abertura dos painéis ficou a cargo da presidente nacional do colegiado, Cristina Rando, que traçou um resgate histórico da legenda até a atual conjuntura política. Durante sua exposição, Rando enfatizou a trajetória institucional da sigla, a importância da aplicação das cotas afirmativas de gênero, o papel mobilizador das chamadas “embaixadoras” do partido e a implementação de novas ferramentas para o engajamento da militância.

“Nossa história prova que a verdadeira renovação política exige coragem e participação ativa. A aplicação efetiva das cotas de gênero, o trabalho incansável de nossas embaixadoras e o uso estratégico de novas ferramentas de engajamento são pilares fundamentais. Nosso objetivo é consolidar o Novo não apenas como uma alternativa viável, mas como uma força transformadora que é, de fato, liderada também por mulheres”, afirmou Cristina Rando, presidente Nacional do Mulheres pelo Novo.

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Na sequência, a presidente estadual do Mulheres pelo Novo, Norly Ferraz, conduziu o debate sobre a representatividade e o empoderamento feminino nas instâncias de poder. Ferraz defendeu com veemência a ampliação do processo participativo das mulheres nas esferas de decisão e apresentou estratégias para o desenvolvimento e capacitação de novas lideranças públicas.

“Não basta apenas estarmos presentes nas listas eleitorais; precisamos ocupar os espaços de decisão com voz ativa e preparo. O empoderamento feminino na política e a ampliação da nossa participação são as chaves para o desenvolvimento de lideranças públicas mais qualificadas, eficientes e conectadas com as reais necessidades da sociedade”, destacou Norly Ferraz.

Articulação e Propostas
O evento de mobilização contou com ampla adesão e a presença de importantes lideranças civis e militares, incluindo Sabrina Lemos, o Sargento Jucá e a Coronel Zózima. Também marcaram presença as pré-candidatas da legenda, Ana Job e Regina Ferraz, além de Clara Portocarrero e Cristina (Métrica Imprensa).
Durante o ato político, a pauta foi aberta para que cada uma das participantes pudesse expor suas principais propostas de governo. O grupo debateu o posicionamento ideológico da sigla frente ao atual e polarizado cenário político, além de avaliar detalhadamente a conjuntura local no que diz respeito às coligações majoritárias e à dinâmica imposta pelas federações partidárias.
Com esse alinhamento de forças, o Partido Novo reafirma seu compromisso inegociável com a renovação política. O encontro deixou claro que, para a legenda, o fortalecimento da democracia passa, obrigatoriamente, pela voz, pela competência e pelo protagonismo das mulheres, tanto nas urnas quanto na governança pública.

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Política MT

Medeiros critica aliança com MDB e cobra respeito à militância bolsonarista

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O deputado federal José Medeiros (PL) voltou a demonstrar insatisfação com a aliança firmada entre o Partido Liberal e o MDB em Mato Grosso para as eleições de 2026. Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (3), o parlamentar criticou a condução das negociações pela direção nacional da legenda e afirmou que a composição foi definida sem diálogo com as lideranças e a militância do Estado.

O acordo, articulado pela executiva nacional do PL, prevê que Medeiros dispute uma das vagas ao Senado ao lado da deputada estadual Janaína Riva (MDB), na chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso.

No pronunciamento, Medeiros afirmou que não concorda com a forma como a decisão foi tomada e disse que o eleitorado identificado com o ex-presidente Jair Bolsonaro não foi ouvido durante as negociações.

“Não vou fingir que está tudo bem, que concordo com tudo só para agradar. Quando a decisão vem de cima para baixo, sem diálogo, a gente corre o risco de enfraquecer a unidade”, declarou.

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Apesar das críticas, o deputado ressaltou que permanecerá no Partido Liberal, mas reforçou que continuará defendendo o que considera os princípios do grupo político ao qual pertence.

A manifestação amplia o desgaste interno provocado pela aliança entre PL e MDB. Nos últimos dias, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que prefere deixar o partido a subir no mesmo palanque de lideranças emedebistas. Em seguida, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), classificou a composição como “incoerente”. Nesta segunda-feira, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), também declarou que não participará de eventos políticos ao lado de Janaína Riva e do ex-prefeito Kalil Baracat (MDB).

Mesmo diante da resistência de lideranças estaduais, a composição foi homologada pela direção nacional do PL. A chapa deverá reunir Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de Mato Grosso e José Medeiros e Janaína Riva como candidatos ao Senado, consolidando uma aliança que continua gerando repercussão e divergências dentro do partido.

 

 

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