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Dr. João pede Restaurante Popular e unidade do Ganha Tempo em Tangará da Serra

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O deputado estadual Dr. João (MDB) apresentou duas indicações ao governo do estado, durante a sessão plenária desta quarta-feira (1º), voltadas a reforçar serviços essenciais em Tangará da Serra. As propostas pedem a implantação de um Restaurante Prato Popular (Indicação nº 5155/2025) e de uma unidade do Programa Ganha Tempo (Indicação nº 5156/2025) no município.

Segundo o parlamentar, o Restaurante Popular garantiria refeições balanceadas, preparadas por nutricionistas e vendidas a preços simbólicos, beneficiando principalmente famílias em situação de vulnerabilidade social. “Tangará é polo regional, e ter uma estrutura como essa é dar dignidade e segurança alimentar a quem mais precisa”, explicou.

Já a segunda indicação trata da instalação de uma unidade do Programa Ganha Tempo, que reúne em um só espaço serviços de diferentes órgãos públicos, reduzindo filas e burocracia. O pedido, apresentado a partir da reivindicação das vereadoras Dona Neide e Sandra Ferracin, busca atender os mais de 106 mil habitantes de Tangará, além da população das cidades vizinhas.

Dr. João destacou que o município, mesmo sendo o quinto mais populoso do Estado, ainda não conta com essa estrutura. “O Ganha Tempo já mostrou sua eficiência em várias cidades. Tangará, que é polo regional em comércio, serviços e agroindústria, precisa desse atendimento de qualidade, rápido e centralizado”, afirmou.

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As indicações também contam com o apoio dos vereadores de Tangará da Serra e serão encaminhadas ao governador Mauro Mendes e aos secretários estaduais competentes.

Fonte: ALMT – MT

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Deputada Eliane Xunakalo questiona o uso negativo de pautas indígenas

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(Matéria de Jairo Pitolé)

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), utilizou, nesta quarta-feira (29), a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para questionar o uso eleitoral, de forma negativa, de pautas indígenas. Ela aproveitou o espaço para falar em nome de seus parentes mato-grossenses (em torno de 60 mil cidadãos indígenas, integrantes de 46 povos, dos quais dois em isolamento), que eles não representam, e nunca representaram, nenhum entrave, ou empecilho, ao desenvolvimento estadual. “Pelo contrário, nossos territórios, localizados em três biomas [Pantanal, Cerrado e Amazônia], promovem a biodiversidade e produzem riquezas”, disse.

Segundo ela, os indígenas mato-grossenses, a exemplo de outros estados, trabalham, votam e são cidadãos e, por isso, merecem respeito. Destacou ser importante que a sociedade dialogue com seu povo, “porque também fazemos parte desta terra. Mato Grosso também é nossa casa. Temos dado contribuições importantes”, destacou, acrescentando: “quero dizer aos nobres colegas e à sociedade, que a terra onde a gente pisa tem nome, tem gente e tem história. O nosso território é casa, é cultura, é alimento, sustento e aconchego”.

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Olhando paras as galerias, que abrigavam manifestantes contra o despejo de mais de 650 famílias nos condomínios Villas de Minas e Villa das Lavras do Sutil I e II, no bairro do Porto, em Cuiabá, a deputada fez uma comparação. “Da mesma forma, que hoje vejo cidadãos aqui lutando por moradia, os nossos povos também lutam por casa e por terra. Este é um direito fundamental e queremos que ele seja respeitado. E que esta Casa também nos respeite”, afirmou, acrescentando: “As terras indígenas trazem benefícios para os municípios, porque também consumimos produtos e serviços, fazendo girar a economia estadual. Portanto, é preciso acabar com os estereótipos sobre os povos indígenas que aqui vem”, finalizou.

Fonte: ALMT – MT

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