FOTO COM SINAL

Polícia Civil investiga envolvimento de facção na morte de MC La Brysa

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A Polícia Civil de Cuiabá está investigando a possibilidade de envolvimento de uma facção criminosa na morte de Laysa Moraes Ferreira, de 30 anos, conhecida como MC La Brysa.

 

Seu corpo foi encontrado nesta quinta-feira (9) no Rio Cuiabá, amarrado de forma característica de facções criminosas.

 

A cantora, que desapareceu na última sexta-feira (3), foi localizada com uma lata de concreto presa ao corpo, possivelmente para garantir que o corpo permanecesse submerso e não fosse localizado.

 

La Brysa, moradora do bairro Santa Isabel, era uma das principais referências nas batalhas de rima em Mato Grosso.

 

Ela começou sua carreira em 2016, mas também conciliava sua paixão pela música com o trabalho em uma rede de fast food.

 

Fotos divulgadas nas redes sociais mostram a MC fazendo o sinal de três com as mãos, o que é associado à facção PCC (Primeiro Comando da Capital).

 

O delegado Bruno Abreu, que lidera a investigação, destacou que essa prática é comum em ações ligadas a facções criminosas, mas enfatizou que ainda há várias linhas de investigação em andamento.

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Polícia

Facção usava empresas para esconder peças furtadas de caminhões, aponta investigação

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Uma operação da Polícia Civil de Mato Grosso desarticula, nesta quarta-feira (12), uma organização criminosa suspeita de furtar módulos eletrônicos de caminhões e alimentar um esquema de receptação e comércio clandestino de peças em Sinop.

Batizada de Operação Módulo Oculto, a ação cumpre 88 ordens judiciais, entre elas 13 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 11 milhões em contas bancárias, além do sequestro de quatro imóveis e 13 veículos ligados aos investigados.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop aponta que o grupo atuava de forma organizada, identificando previamente caminhões estacionados em vias públicas e pátios de empresas para realizar os furtos.

Após a retirada dos módulos, os componentes eram encaminhados para receptadores e comerciantes. Segundo a Polícia Civil, empresas dos setores de mecânica e comércio de peças automotivas teriam sido utilizadas para receber, armazenar e revender os produtos.

Vítimas pagavam para recuperar peças furtadas

Um dos pontos identificados durante a investigação foi o chamado “resgate” dos módulos. Conforme as apurações, proprietários de oficinas atuavam como intermediários e cobravam das próprias vítimas para devolver as peças que haviam sido furtadas dos caminhões.

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Além da comercialização em Sinop, parte dos componentes era enviada para compradores de outros municípios e estados.

A investigação também apontou um mecanismo para ocultar o dinheiro obtido com os crimes. Os valores eram movimentados entre diferentes contas bancárias e, em alguns casos, passavam por empresas formalmente constituídas, dificultando a identificação da origem dos recursos.

Empresas são atingidas

As medidas judiciais alcançam pessoas físicas e jurídicas investigadas. Além do bloqueio financeiro e do sequestro de bens, a Justiça determinou a suspensão das atividades de quatro empresas e proibiu quatro investigados de exercer atividades empresariais.

A estratégia busca atingir diferentes etapas do esquema, desde os responsáveis pelos furtos até possíveis receptadores, comerciantes e pessoas envolvidas na movimentação e ocultação dos valores obtidos com os crimes.

Os presos e materiais apreendidos serão encaminhados à Derf-Sinop para os procedimentos legais. As provas coletadas serão analisadas e poderão integrar o inquérito policial.

Após os procedimentos, os presos ficarão à disposição da Justiça para audiência de custódia e demais atos processuais.

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Investigação mira toda a cadeia

A Polícia Civil afirma que a Operação Módulo Oculto não se concentra apenas nos autores dos furtos, mas busca atingir toda a estrutura responsável pela circulação e comercialização dos componentes.

O nome da operação faz referência aos módulos eletrônicos retirados dos caminhões e à suspeita de que a organização ocultava tanto a origem das peças quanto dos recursos obtidos com a atividade criminosa.

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