TREVO DO LAGARTO

Motorista é preso com 175 kg de maconha escondidas em caminhão

Publicado em

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite dessa terça-feira (20), um caminhão que transportava 175 kg de maconha em um compartimento da carreta utilizado para o preparo de alimentos. A abordagem ocorreu durante uma operação na BR-364, trevo do Lagarto, em Várzea Grande.

Segundo os agentes, o veículo teria saído de Sapezal e tinha como destino final a cidade de Cuiabá. Durante a fiscalização, os agentes localizaram a droga escondida no espaço que seria destinado ao armazenamento e preparo de refeições, o que chamou atenção pela tentativa de disfarçar o ilícito.

O motorista do caminhão foi preso em flagrante e conduzido à delegacia. Ele já possuía passagem pela polícia por tráfico de drogas.

O caso segue sob investigação para identificar possíveis integrantes da rede de tráfico.

 

Leia Também:  Carga de skunk chega a Cuiabá por transportadora e acaba interceptada pela polícia
Advertisement

Polícia

Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

Published

on

Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

Leia Também:  Projeto CGP Itinerante leva serviços a policiais da Regional de Tangará da Serra

A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

Leia Também:  Inquérito sobre duplo homicídio e ocultação de cadáver indicia quatro autores dos crimes

Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA