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Projeto CGP Itinerante leva serviços a policiais da Regional de Tangará da Serra

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A ação voltada para o bem-estar dos servidores foi realizada na semana passada, na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher para atender os policiais civis lotados nas delegacias dos municípios de Barra do Bugres, Nova Olímpia, Sapezal, Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra.

Conforme o gestor da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, delegado Fabiano Pitoscia, um dos objetivos do projeto é a aproximação do setor com os profissionais atuantes no interior, levando informações sobre os produtos, serviços e ações de prevenção à saúde e segurança no trabalho.

Durante o evento, a equipe da Coordenadoria de Gestão de Pessoas apresentou os workshops de Atenção à Saúde Mental e sobre Produtos e Serviços das duas gerências que compõem a coordenadoria.

Em Tangará da Serra, os serviços de prevenção à saúde foram realizados parceria com da Universidade Anhanguera Educacional, por meio das faculdades de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia, que realizaram: aferição de pressão arterial, teste de glicemia, orientações para prevenção ao câncer de mama, avaliações físicas de bioimpedância com orientações nutricionais individualizadas, orientações fisioterapêuticas de ergonomia, alongamento, aquecimento e massagem rápida.

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Já a Secretaria Municipal de Saúde  ofertou os serviços de orientação nutricional para uma alimentação saudável e prevenção à hanseníase.

A Polícia Civil, por meio da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, agradece a todos os profissionais envolvidos no projeto, em especial a Universidade Anhanguera Educacional e a Secretaria Municipal de Saúde de Tangará da Serra, parceiros indispensáveis para a realização do evento.

Fonte: PJC MT

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Ouro extraído ilegalmente movimentou R$ 20,5 milhões e era inserido no mercado formal, aponta investigação

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Uma investigação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal revelou uma estrutura financeira que teria movimentado cerca de R$ 20,5 milhões para sustentar atividades relacionadas à extração ilegal de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O esquema é alvo da Operação Solo Sagrado, deflagrada nesta terça-feira (18).

A ofensiva busca atingir não apenas os responsáveis pela exploração mineral irregular, mas também a estrutura que permitia financiar o garimpo, transportar equipamentos, movimentar os recursos e inserir o ouro no mercado formal com aparência de legalidade.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e uma ordem de prisão preventiva. A Justiça também autorizou o bloqueio e sequestro de bens e valores, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados.

Segundo as apurações, um dos núcleos financeiros identificados movimentou aproximadamente R$ 20,5 milhões entre 2022 e 2025. Os investigadores também encontraram mais de R$ 3,5 milhões em transações envolvendo instituições de pagamento e empresas de serviços digitais.

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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas e cooperativas para dificultar a identificação da origem do ouro. O minério seria adquirido de produtores ou intermediários ligados ao garimpo e, posteriormente, passaria por diferentes integrantes da cadeia comercial até chegar a estruturas formalmente constituídas no setor mineral.

Na prática, a suspeita é de que o sistema permitisse transformar ouro extraído ilegalmente em produto com aparência regular perante o mercado.

A operação também revelou a existência de uma estrutura logística necessária para manter as áreas de exploração em funcionamento. Segundo os investigadores, o esquema envolvia escavadeiras hidráulicas, caminhões-prancha, combustível, peças, oficinas e transporte de equipamentos.

A atuação integrada entre PF, MPF e Receita permitiu cruzar informações bancárias, fiscais, patrimoniais, policiais e telemáticas. A estratégia busca identificar todos os integrantes da cadeia, desde os responsáveis pelo financiamento e suporte ao garimpo até aqueles envolvidos na circulação e comercialização do minério.

Além de interromper o fluxo financeiro, a Operação Solo Sagrado pretende recuperar recursos que, segundo as investigações, seriam provenientes da exploração ilegal de ouro e ampliar a identificação de outros possíveis envolvidos.

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Até o momento, os investigados são alvos de apuração e as suspeitas ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo judicial.

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