Polícia

Homem envolvido em furto e estelionato é descoberto após ser detido por embriaguez ao volante

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Um homem envolvido em crime de estelionato no município de Nova Xavantina foi descoberto pela Polícia Civil, após ser detido por embriaguez ao voltante, em ação da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal, realizada na madrugada de sábado (05.11), na cidade de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

Após ser detido por direção perigosa e embriaguez ao volante, o suspeito foi encaminhado para a Central de Flagrantes de Barra do Garças, onde durante interrogatório passou a apresentar diversas contradições em relação a propriedade do carro e dos objetos que estavam em sua posse.

Diante dos fatos, os policiais civis plantonista da Central de Flagrantes com apoio da equipe da 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças iniciaram uma série de ações para esclarecimento dos fatos, conseguindo identificar que o veículo em posse do suspeito era produto de crime de estelionato praticado no município de Nova Xavantina, em que as vítimas (comprador e vendedor) tiveram um prejuízo aproximado de R$ 30 mil.

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Após troca de informações com a Delegacia de Nova Xavantina, foi descoberto que o suspeito estava sendo procurado pelos policiais da cidade pela prática de furto em uma fazenda da região e que estava usando o veículo produto de estelionato para fugir.

Diante dos fatos, o suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de furto, embriaguez ao volante, direção perigosa, e também responderá em inquérito policial pelo crime de estelionato. Os policiais entraram em contato com a vítima de estelionato que teve o seu veículo devolvido.

As investigações seguem em andamento pelas Delegacias de Barra do Garças e Nova Xavantina.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Facção usava empresas para esconder peças furtadas de caminhões, aponta investigação

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Uma operação da Polícia Civil de Mato Grosso desarticula, nesta quarta-feira (12), uma organização criminosa suspeita de furtar módulos eletrônicos de caminhões e alimentar um esquema de receptação e comércio clandestino de peças em Sinop.

Batizada de Operação Módulo Oculto, a ação cumpre 88 ordens judiciais, entre elas 13 mandados de prisão e 14 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 11 milhões em contas bancárias, além do sequestro de quatro imóveis e 13 veículos ligados aos investigados.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop aponta que o grupo atuava de forma organizada, identificando previamente caminhões estacionados em vias públicas e pátios de empresas para realizar os furtos.

Após a retirada dos módulos, os componentes eram encaminhados para receptadores e comerciantes. Segundo a Polícia Civil, empresas dos setores de mecânica e comércio de peças automotivas teriam sido utilizadas para receber, armazenar e revender os produtos.

Vítimas pagavam para recuperar peças furtadas

Um dos pontos identificados durante a investigação foi o chamado “resgate” dos módulos. Conforme as apurações, proprietários de oficinas atuavam como intermediários e cobravam das próprias vítimas para devolver as peças que haviam sido furtadas dos caminhões.

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Além da comercialização em Sinop, parte dos componentes era enviada para compradores de outros municípios e estados.

A investigação também apontou um mecanismo para ocultar o dinheiro obtido com os crimes. Os valores eram movimentados entre diferentes contas bancárias e, em alguns casos, passavam por empresas formalmente constituídas, dificultando a identificação da origem dos recursos.

Empresas são atingidas

As medidas judiciais alcançam pessoas físicas e jurídicas investigadas. Além do bloqueio financeiro e do sequestro de bens, a Justiça determinou a suspensão das atividades de quatro empresas e proibiu quatro investigados de exercer atividades empresariais.

A estratégia busca atingir diferentes etapas do esquema, desde os responsáveis pelos furtos até possíveis receptadores, comerciantes e pessoas envolvidas na movimentação e ocultação dos valores obtidos com os crimes.

Os presos e materiais apreendidos serão encaminhados à Derf-Sinop para os procedimentos legais. As provas coletadas serão analisadas e poderão integrar o inquérito policial.

Após os procedimentos, os presos ficarão à disposição da Justiça para audiência de custódia e demais atos processuais.

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Investigação mira toda a cadeia

A Polícia Civil afirma que a Operação Módulo Oculto não se concentra apenas nos autores dos furtos, mas busca atingir toda a estrutura responsável pela circulação e comercialização dos componentes.

O nome da operação faz referência aos módulos eletrônicos retirados dos caminhões e à suspeita de que a organização ocultava tanto a origem das peças quanto dos recursos obtidos com a atividade criminosa.

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