Mato Grosso

Seduc abre inscrições para a VI Mostra Científica STEAM 2025 com foco em inovação e sustentabilidade

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) abriu, nesta sexta-feira (27.6), as inscrições para a VI Mostra Científica STEAM Seduc-MT 2025, uma iniciativa que integra a política pública de tecnologia ao ambiente escolar.

As inscrições seguem abertas até o dia 14 de setembro de 2025, por meio do link encaminhado pelas Diretorias Regionais de Educação (DREs) às escolas estaduais.

A ação tem como objetivo promover o protagonismo estudantil e a interdisciplinaridade por meio de projetos que articulem Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (STEAM) em resposta a desafios reais.

Com foco em soluções criativas e sustentáveis, a mostra científica busca estimular o pensamento crítico e o engajamento dos estudantes com temas atuais, como mudanças climáticas, economia circular, inclusão social e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Os projetos também devem estar alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao Documento Referência Curricular de Mato Grosso (DRC/MT) e à BNCC da Computação.

Segundo o edital, a mostra é dividida em duas etapas: fase regional e fase estadual. Na fase regional, cada DRE selecionará dois projetos por categoria: C1 (Ensino Fundamental – Anos Finais) e C2 (Ensino Médio). Os projetos classificados avançarão para a fase estadual, prevista para novembro de 2025, onde serão apresentados de forma virtual a uma banca avaliadora.

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As equipes devem ser compostas por até quatro estudantes e um professor orientador. Os projetos precisam ser interdisciplinares, podem utilizar tecnologias como robótica, realidade aumentada (RA), realidade virtual (RV), prototipagem e recursos da educação 4.0, além de apresentarem impacto direto na comunidade e ações de preservação ambiental.

A premiação da mostra contempla os três melhores projetos de cada categoria. Os Projetos (C1 e C2) que conquistarem o 1º lugar na etapa estadual darão direito a um notebook para cada estudante participante do projeto e professor orientador.

Os projetos (C1 e C2) classificados em 2° lugar na etapa estadual, darão direito a um tablet para cada estudante participante do projeto e professor orientador. E, por fim, os projetos (C1 e C2) classificados em 3° lugar na etapa estadual, darão direito a um Headphone para cada estudante participante do projeto e professor orientador.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, a iniciativa reforça o compromisso com uma educação pública inovadora, conectada às competências do século XXI e centrada no protagonismo juvenil.

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“A mostra não é apenas uma competição, mas um espaço de formação, pesquisa e troca de experiências entre escolas de todo o estado”, destaca Alan Porto.

Para mais informações, os interessados devem acessar o edital completo enviado às unidades escolares pelas Diretorias Regionais de Educação.

Confira o edital abaixo.

Fonte: Governo MT – MT

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“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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