Mato Grosso

Polícias Civis de MT e RO prendem suspeito de tentativa de latrocínio e recuperam veículo roubado

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As Polícias Civis de Mato Grosso e de Rondônia prenderam um homem pelo crime de tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte), na manhã desta quarta-feira (7.1), na região do distrito de Vila Guatá, em Colniza. Os policiais também conseguiram recuperar um veículo roubado.

A ação teve início após o compartilhamento de dados e investigações realizadas de forma integrada pelas equipes policiais dos dois Estados, com foco na elucidação do crime ocorrido em Candeias do Jamari (RO), quando a vítima foi agredida e teve o veículo roubado no último domingo (4.1). Na ocasião, a vítima ficou tão ferida que precisou passar por cirurgia, realizada nesta quarta-feira (7.1).

A integração entre as forças policiais, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Colniza, em conjunto com a de Candeias do Jamari (RO), com apoio das Polícias Militares de Guariba (MT) e de Rondônia (RO), possibilitou a identificação e a localização do suspeito, que foi capturado e conduzido até a Delegacia de Machadinho Oeste (RO).

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“A integração entre as forças policiais e a atuação da Delegacia de Polícia Civil de Colniza foram determinantes para o êxito da ação”, disse o delegado Breno Macedo Rey Parrado.

Diante dos fatos, o investigado vai responder pelo crime de latrocínio, na modalidade tentada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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