Mato Grosso

Menor Preço ajuda consumidores a economizar no presente do Dia dos Pais

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O Dia dos Pais está entre as datas comemorativas mais importantes para o comércio varejista, com aumento expressivo das vendas. Com a proximidade da data, marcada para 10 de agosto, cresce a procura pelo presente ideal com o melhor custo-benefício. Para ajudar os consumidores na hora da compra, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) disponibiliza a ferramenta Menor Preço, integrada ao programa Nota MT.

A ferramenta permite consultar e comparar os preços praticados pelos estabelecimentos comerciais, tendo como base as notas fiscais eletrônicas emitidas. A pesquisa pode ser feita de forma rápida e prática, pelo celular ou computador, antes mesmo de ir às compras.

De acordo com levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), realizado pelo Núcleo de Inteligência de Mercado, os itens mais procurados para este Dia dos Pais são roupas (44,2%), perfumes e cosméticos (34,1%), calçados (14,9%), acessórios (5,7%) e eletrônicos (3,3%). Todos esses produtos podem ser pesquisados diretamente na ferramenta do Menor Preço.

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A consulta pode ser feita em qualquer município de Mato Grosso. Para isso, basta acessar o site ou aplicativo do Nota MT, selecionar a opção “Menor Preço” e digitar o nome ou escanear o código de barras do produto. O resultado apresenta os preços praticados recentemente, além de informações como nome da empresa, endereço e data da venda.

Para se ter uma ideia da variação de preços, ao pesquisar, por exemplo, o item “camisa manga curta” na região de Cuiabá, é possível encontrar valores que vão de R$ 59,90 a R$ 429,90. Para obter um resultado mais assertivo, é importante que o consumidor descreva o produto desejado com maior detalhe possível, usando os parâmetros de busca como palavras chaves, município (localização), período em dias e valor máximo e mínimo.

Além de auxiliar o consumidor, o Menor Preço também oferece vantagens ao comércio local. O secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinicius Simioni, destaca que a ferramenta funciona como uma vitrine para os estabelecimentos que emitem os documentos fiscais regularmente.

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“É uma ferramenta muito importante também para os lojistas. Ela funciona como uma propaganda gratuita. Ao emitir a nota fiscal, o comerciante pode atrair mais clientes por oferecer o melhor preço de determinado produto”, ressalta.

Para os consumidores cadastrados no programa, os benefícios vão além da economia. Ao exigir a nota fiscal e solicitar a inclusão do CPF na nota, o cidadão concorre aos prêmios mensais de até R$ 100 mil, indica uma instituição social para receber o equivalente a 20% do valor da premiação e ainda ganha desconto no IPVA.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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