Mato Grosso

Atletas do programa de bolsas do Governo de MT são campeãs de Taekwondo e garantem vaga na Seleção Brasileira

Publicado em

Duas atletas de Água Boa (a 640 km de Cuiabá), Caroline Santos e Jhennifer Pires, conquistaram o título de campeãs em suas categorias no Grand Slam de Taekwondo, realizado no Rio de Janeiro (RJ). As duas são bolsistas do programa Olimpus MT do Governo de Mato Grosso, que é executado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Com o resultado, as esportistas garantiram vaga na Seleção Brasileira de Taekwondo, que representará o País nas principais competições internacionais da temporada 2025, entre as quais o Campeonato Pan-Americano e o Mundial da modalidade.

Promovido pela Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) entre os dias 19 e 23 de fevereiro, o Grand Slam reuniu atletas de todo o Brasil em busca de uma posição na seleção nacional.

Caroline Gomes dos Santos conquistou o título brasileiro da competição na categoria adulto até 62 kg. Beneficiada com Bolsa Atleta Internacional do programa Olimpus MT, a esportista é natural de Água Boa e representou o Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024.

Leia Também:  Polícia Civil prende três integrantes de facção criminosa em Nobres

Aos 17 anos, Jhennifer Pires foi campeã do Grand Slam na categoria juvenil até 49 kg. A esportista, que é atendida com Bolsa Atleta Nacional, foi também campeã brasileira de Taekwondo nos Jogos da Juventude organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), no final de 2024.

Ambas as atletas integram a Associação Furyo de Água Boa, cujo mestre é o técnico Euzébio Pereira Gomes. Primo e responsável pela formação esportiva de Carol, Euzébio é treinador de Jhennifer há cinco anos.

“Tenho muito orgulho das duas. A Jhennifer é uma menina dedicada e treinamos muito para chegar aonde estamos. E a Carol sempre foi talentosa e tudo que ela conquistou é porque nunca desistiu de seus sonhos”, comenta.

De acordo com Euzébio, as conquistas e a evolução do esporte mato-grossense são também resultados dos investimentos do Governo de Mato Grosso.

“O Olimpus está mudando a vida dos atletas de Mato Grosso. Esse benefício facilita muito a participação de todos em eventos nacionais e internacionais, inclusive, para nós treinadores com a Bolsa Técnico. Só tenho a agradecer à Secel, ao secretário David e a toda equipe que sempre nos ajuda de braços abertos”, conclui o treinador.

Leia Também:  Politec procura familiares de oito vítimas enterradas em cemitério clandestino para identificação

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Caso de sucesso apoiado pela Seaf e Programa REM MT reforçam potencial dos editais de R$ 18,6 milhões abertos em Mato Grosso

Published

on

O fortalecimento da cafeicultura tem transformado a realidade de produtores rurais da comunidade Sol Nascente, em Mato Grosso. Um dos exemplos é a história da agricultora familiar Ana Aparecida Bandini Rossi, presidente da Associação Comunitária do Sol Nascente, que reúne atualmente 67 famílias associadas.


Ao lado do esposo, Osvaldo Rossi, voluntário na associação, Ana vive no Sítio Jerusalém, onde a família retomou o cultivo do café após anos afastada da atividade. A associação, localizada na própria comunidade, recebeu recursos do Programa REM MT, que permitiram a reforma da agroindústria e a aquisição de equipamentos para processamento do café, fortalecendo toda a cadeia produtiva na comunidade.

“Na associação nós temos a agroindústria e trabalhamos toda a cadeia do café. Com o projeto aprovado pelo REM MT, conseguimos reformar um dos barracões, adquirir equipamentos para torrefação e beneficiamento e criar oportunidades para que os associados possam trabalhar desde a colheita, secagem e processamento até a embalagem e comercialização do produto”, destaca Ana.


Segundo ela, o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), parceira do Programa REM MT, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), juntamente com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e as secretarias municipais de agricultura, tem sido fundamental para o crescimento da atividade na região.

A comunidade tem uma relação histórica com a cafeicultura. Ana e a família chegaram à região em 1986, vindos do Paraná, atraídos pelo potencial da cultura. Com o passar dos anos, a produção perdeu força, mas voltou a ganhar espaço graças às novas tecnologias e variedades mais produtivas.

Leia Também:  Gestores debatem alimentação escolar como parte da aprendizagem na Rede Estadual

“Na década de 80 tínhamos uma produção muito forte de café, depois ela declinou. Hoje estamos retomando porque acreditamos nessa proposta do Governo do Estado de trazer tecnologia para o campo. Os clones de café desenvolvidos e difundidos com apoio da Empaer produzem muito mais em uma área menor. Antes tínhamos uma área grande e colhíamos menos. Hoje produzimos mais em um espaço menor”, afirma.


O resultado desse trabalho pode ser visto na estrutura da associação. De acordo com Osvaldo Rossi, a antiga instalação deu lugar a uma agroindústria moderna e acessível aos produtores da comunidade.

“Antes aqui era um barracão antigo. Hoje temos uma estrutura adequada. Foram investidos cerca de R$ 1 milhão por meio do REM e toda a comunidade tem acesso à agroindústria”, ressalta.

O sucesso da Associação Comunitária do Sol Nascente é um exemplo dos resultados alcançados com os investimentos do Programa REM MT. Agora, novas organizações têm a oportunidade de acessar recursos por meio de dois editais que estão com inscrições abertas e somam R$ 18,6 milhões em investimentos. Os recursos serão destinados a projetos voltados ao fortalecimento da bioeconomia, da agricultura familiar, dos povos e comunidades tradicionais, da proteção ambiental, da geração de renda e da melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas em Mato Grosso.

São R$ 10 milhões destinados ao Edital do Subprograma Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais e R$ 8,6 milhões para o Edital do Subprograma Territórios Indígenas. As inscrições seguem até o dia 8 de julho e podem ser realizadas por organizações que atendam aos critérios previstos nos editais. A expectativa é ampliar iniciativas sustentáveis em todo o estado, fortalecendo organizações e comunidades que trabalham com produção sustentável, conservação ambiental e desenvolvimento local.

Leia Também:  Polícia Militar prende homem com 24 tabletes de maconha em Nova Mutum

– Edital Agricultura Familiar e PCTs (incluindo indígenas): https://fas-amazonia.org/editalremmtafpct2026/

– Edital Territórios Indígenas: https://fas-amazonia.org/editalremmtti2026/

Conheça o REM MT

O Programa REM MT é uma premiação dos governos da Alemanha e do Reino Unido ao Estado de Mato Grosso pelos resultados alcançados na redução do desmatamento.

Entre 2022 e 2025, o programa apoiou 155 projetos, beneficiando 131 organizações sociais, incluindo 104 associações e cooperativas, nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal. Os resultados incluem mais de 500 aldeias atendidas, 43 povos indígenas beneficiados, 108 municípios alcançados, mais de 44 mil pessoas atendidas e cerca de 160 mil hectares de desmatamento evitados no estado.

Os editais estão disponíveis no site da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), gestora financeira do Programa REM MT. O Programa é coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e conta com a parceria da Seaf-MT, da Empaer e de diversas instituições que atuam no fortalecimento da agricultura familiar, da produção sustentável e do desenvolvimento das comunidades rurais mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA