GERAL

Mais de 150 cargas de lixo são retiradas em duas semanas de mutirão de limpeza

Publicado em

O mutirão de limpeza já passou por 8 bairros em Lucas do Rio Verde. A ação teve início em outubro e segue até dezembro com objetivo de reduzir os focos de dengue nas residências. Em duas semanas de trabalho, 157 cargas de lixo foram retiradas pela Secretaria de Infraestrutura e Obras.

A ação já passou pelos bairros Vida Nova, Jaime Seiti Fujii, Parque das Américas, Parque das Araras, Cerrado, Jardim Imperial, Bom Jesus e Ventura.

Nesta segunda-feira (07), as equipes devem concluir no Veneza e Jardim Europa. A partir desta terça-feira (08), a previsão é que o bairro contemplado seja o Jardim Amazônia.

O mutirão de limpeza é idealizado pela Secretaria de Infraestrutura e Obras e conta com ações da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente que, nesta edição, vai fazer a coleta de pneus e a destinação correta do material.

O que pode ser levado
Serão recolhidos materiais como móveis usados, galhos de árvores, restos de grama, entre outros materiais que necessitam de um local para ser destinado. A orientação é para que a população esteja atenta às datas de cada bairro e só coloque os materiais em frente à residência mais próxima da data estipulada na programação.

Leia Também:  Mutirão Fiscal segue até 30 de novembro com oportunidades de negociações de débitos tributários

Limpeza urbana
Simultâneo ao trabalho do mutirão, as equipes de limpeza urbana continuam atuando em todos os bairros da cidade, com cronograma específico para coleta de materiais, como móveis velhos, massa verde em pequena quantidade e corte de grama devidamente armazenados em sacos. Já os materiais de grande volume, como demolição, grandes obras e podas e cortes grandes não fazem parte do mutirão e é responsabilidade do morador dar destinação final a estes resíduos. 

Para saber mais sobre a limpeza urbana, acesse: www.lucasdorioverde.mt.gov.br/site/noticias/confira-quando-o-caminhao-da-coleta-de-lixo-passa-no-seu-bairro-10383.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

Advertisement

GERAL

Indígenas protestam contra Vale após cinco dias sem água; VEJA VÍDEO

Published

on

Cerca de 67 indígenas dos povos Pataxó Hã-Hã-Hãe e Pataxó, da aldeia Katurãma, em São Joaquim de Bicas, protestaram nesta quinta-feira (13) na sede da Vale, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A principal reivindicação é o restabelecimento do fornecimento de água potável à comunidade, que, segundo as lideranças, está há cinco dias sem abastecimento.

A cacica Ãgoho afirmou que a falta de água já afeta moradores, crianças e animais da aldeia. Segundo ela, animais começaram a morrer e a comunidade precisou recorrer a um poço para atividades básicas.

A liderança relatou ainda que uma criança de 28 dias precisou ser banhada com água retirada do poço e posteriormente apresentou uma infecção no olho.

De acordo com os indígenas, cerca de 15 hectares do território foram atingidos por rejeitos relacionados ao rompimento da barragem de Brumadinho e posteriormente carregados por uma enchente, em 2021. A comunidade afirma que os rejeitos comprometeram poços utilizados para o abastecimento.

“A Vale até colocou placas falando que a água não é boa para o consumo”, afirmou a cacica.

Leia Também:  Orquestra Sinfônica Jovem de Lucas do Rio Verde aprensenta IV concerto com o tema "Filmes e séries"

O vice-cacique Hyo disse que o problema vai além da interrupção do abastecimento. Segundo ele, a comunidade também enfrenta a morte de animais e outros impactos dentro do território.

Comunidade cobra reparação

A aldeia Katurãma é formada pelos povos Pataxó Hã-Hã-Hãe e Pataxó. Conforme a liderança, a comunidade chegou à região de Brumadinho em 2017, antes do rompimento da barragem, e deixou o território impactado em 2020.

Depois de passar por diferentes locais, o grupo se estabeleceu na área atual, em São Joaquim de Bicas. Segundo a cacica, a comunidade adquiriu a Fazendinha Grande, anexa à Katurãma, com recursos de uma primeira reparação negociada com a Vale.

As lideranças afirmam, porém, que ainda existem demandas relacionadas à reparação e reivindicam tratamento semelhante ao concedido a outros grupos atingidos.

Além da água potável, a comunidade pede a realocação para outro território enquanto as questões relacionadas à área atual não são solucionadas.

Protesto começou pela manhã

Os indígenas chegaram à sede da Vale por volta das 7h. Durante a manifestação, segundo os participantes, a empresa teria esvaziado uma piscina utilizada pelas crianças e interrompido o fornecimento de água no prédio, dificultando o acesso a bebedouros e banheiros.

Leia Também:  Detran realiza mutirão de prova prática para atender candidatos com processos que irão vencer em dezembro

A Polícia Militar informou que foi acionada, mas que não poderia intervir na situação, por se tratar de uma ocorrência de competência da Polícia Federal.

A Vale afirmou que respeita o direito à manifestação pacífica, mas disse repudiar ações que possam causar danos ao patrimônio, prejudicar o direito de ir e vir ou colocar pessoas em risco.

Em posicionamento, a empresa declarou ainda que vem cumprindo os acordos firmados com comunidades indígenas e que permanece aberta ao diálogo com os povos indígenas e comunidades tradicionais.

A comunidade afirma ter encaminhado documentos sobre a situação à Funai, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e à Justiça Federal. As lideranças esperam que a reunião com representantes da mineradora resulte em medidas concretas para solucionar o problema.

“A água é vida”, afirmou a cacica Ãgoho ao reforçar a cobrança por uma resposta para a comunidade.

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA