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Espetáculo musical “Luiz Gonzaga – A lenda” reúne famílias do Fujii

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A forte chuva não atrapalhou a terceira apresentação do espetáculo musical Luiz Gonzaga – A lenda, realizado na última sexta-feira (21). A peça teatral visa homenagear o cantor, compositor, sanfoneiro nordestino e autor de clássicos da cultura popular brasileira.

O grupo de teatro Arte Viva já se apresentou na Câmara Municipal, no dia 1º de outubro, e no bairro Tessele Junior, no último dia 8, no evento em comemoração do Dia do Nordestino, e realizou a última apresentação no município para os moradores do bairro Jaime Seiti Fujii, no anfiteatro da Escola Municipal Cora Coralina.

Para a diretora do Grupo Arte Viva, Sônia Silva, a sensação é de dever cumprido. “Essa é a nossa missão, fazer e levar a arte para as pessoas. Ficamos muito felizes em ver que o projeto foi tão bem recebido pelo público, um trabalho que foi feito em tão pouco tempo. Que Deus nos abençoe para as próximas apresentações”.

O espetáculo musical é fruto do trabalho realizado na oficina de teatro para adultos da Secretaria de Cultura e Turismo e conta com a participação de professores das oficinas culturais, da banda da Secretaria e de artistas convidados.
Credi Rocha, moradora do Fujii há dois anos, prestigiou o espetáculo acompanhada da filha Lilian, de seis anos. Ela avaliou positivamente o trabalho da equipe teatral e espera por outras atividades no bairro, voltadas para a família. “A apresentação foi ótima, bem animada e fala da cultura do Brasil, né? Mesmo com chuva nós viemos. Seria ótimo se tivessem outras atividades aqui no bairro para nós, fazendo aqui fica mais próximo pra gente vir e trazer as crianças para aproveitar também”.

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O espetáculo musical “Luiz Gonzaga – A lenda” conta a história de Luiz Gonzaga, preservando e valorizando o inconfundível toque nordestino. Nessa história do Rei do Baião, o autor se permite criar um encontro que nunca aconteceu: Luiz Gonzaga e Lampião, dois mitos nordestinos. Também há espaço para se falar da originalidade de Gonzaga, um artista que, a partir dos ensinamentos de seu pai, Januário, criou em sua sanfona um gênero, o baião, e o transformou em sucesso e patrimônio nacional.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Sérgio Ricardo pede cautela em investigação da Operação Heritage e defende presunção de inocência

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, afirmou que as investigações da Operação Heritage devem ser conduzidas com serenidade e sem julgamentos antecipados. A declaração ocorre em meio à repercussão política da operação, que apura um suposto esquema envolvendo recursos públicos e um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi.

Segundo Sérgio Ricardo, todos os envolvidos devem ter assegurado o direito à presunção de inocência até que as investigações apresentem conclusões. Entre os citados no caso estão o ex-secretário-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho, o ex-governador Mauro Mendes (União), candidato ao Senado, e o candidato a deputado federal Fábio Garcia (União).

“Todo mundo é inocente até prova em contrário. Então, eu penso que é uma situação que vai se alongar, vai se alongar porque envolve muitas pessoas. Ela acontece num momento eleitoral e não tem como o processo eleitoral não sofrer com esses acontecimentos. Mas eu espero, e não tenho dúvida nenhuma, que tudo vai ser apurado. Se tiver culpado, culpado vai ser apontado; se não, inocentados”, afirmou.

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O presidente do TCE-MT evitou fazer uma análise política sobre o caso e ressaltou que o papel das instituições é apurar os fatos e responsabilizar eventuais envolvidos, caso sejam identificadas irregularidades.

“Esse é um assunto delicado para eu tratar, porque eu não estou no processo político, eu não gosto de ficar fazendo essas análises políticas, porque tudo o que tiver que ser apurado, tudo o que tiver que ser denunciado, e tudo o que for denunciado, vai ser apurado”, declarou.

Sérgio Ricardo também destacou a atuação das instituições brasileiras, citando o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal (PF). Para ele, a investigação deve seguir os procedimentos legais, sem que as garantias constitucionais sejam deixadas de lado.

“Hoje nós temos as instituições fortes no Brasil. Então, eu vejo como nada passar batido ou nada passar em branco com relação a tudo isso que está acontecendo”, disse.

A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal com autorização do STF e investiga um suposto esquema de desvio de aproximadamente R$ 308 milhões relacionado a um acordo financeiro envolvendo o Governo de Mato Grosso e a Oi.

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A apuração também envolve suspeitas de lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada. Segundo as investigações, a operação teria como foco uma estrutura financeira envolvendo fundos controlados pelo Banco Master.

A investigação alcançou ainda órgãos públicos, entre eles a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). Por ocorrer em meio ao período de articulações para as eleições de 2026, o caso passou a provocar repercussões no cenário político de Mato Grosso.

Para Sérgio Ricardo, porém, eventuais efeitos políticos não devem interferir no andamento da investigação. Na avaliação do conselheiro, cabe às autoridades responsáveis esclarecer os fatos e apontar responsabilidades somente após a conclusão das apurações.

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